Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/1822/88916

TitleErnst Jünger and individualism in the Age of Technology
Other titlesErnst Jünger e o individualismo na Idade da Tecnologia
Author(s)Costa, Jaime
KeywordsInner emigration
Individualism
Anarch
Emigração interior
Individualismo
Anarca
Issue date2020
PublisherAxioma - Publicações da Faculdade de Filosofia
JournalRevista Portuguesa de Humanidades. Estudos Literários
Abstract(s)Ernst Jünger, in the dystopian novels to which we dedicate this paper, On the Marble Cliffs (1939), Heliopolis (1949) and Eumeswil (1977), always comes to identify the same casualty arising from the action of government: the individual. From the rise of National Socialism up until the triumph of parliamentary democracy, Jünger combats the unrelenting asphyxiation of the individual by resorting to inner emigration. Nevertheless, this is only an option available to a minority: the members of a mature intellectual elite who stand above the parties and the masses, and who manage to position themselves above the general mediocrity of the times. In Jüngerian terms, these individuals are ultimately represented by the anarch, an individual who finds an alternative to the leveling world brought about by technology and its side effect of dehumanization. The purpose of this paper is to explore Jünger’s use of fiction and show the path Jünger carefully designs to denounce the order of things, regardless of any possible political ideologies. Inner emigration is ultimately revealed as an ascension of metaphysical intensity focused on the preservation of the realm of individual freedom and the world of values.
Nos três romances distópicos a que dedicamos este ensaio: Sobre as falésias de mármore (1939), Heliopolis (1949) e Eumeswil (1977), Ernst Jünger identifica uma vítima comum na ação de governo: o indivíduo. Desde o surgimento do Nacional-Socialismo até ao triunfo da Democracia Parlamentar, Jünger combate a progressiva asfixia do indivíduo, apelando à mesma solução: o processo de emigração interior. No entanto, esta é uma opção disponível tão-só a uma minoria: aos membros de uma elite intelectual madura que se sobrepunha aos partidos políticos e às massas, conseguindo deste modo posicionar-se acima da mediocridade geral dos tempos. Em termos jüngerianos, estes indivíduos são representados pelo anarca, indivíduo que encontra uma alternativa ao mundo nivelador trazido pela tecnologia e pelo seu efeito secundário desumanizador. O propósito deste ensaio é, pois, o de explorar o uso que Jünger faz da prosa e que caminhos cuidadosamente desenha para denunciar a ordem dominante e independente de quaisquer ideologias políticas. A emigração interior revela-se, enfim, uma ascensão de intensidade metafísica focada na preservação do domínio da liberdade individual e do mundo dos seus valores.
TypeArticle
URIhttps://hdl.handle.net/1822/88916
ISSN0874-0321
e-ISSN2184-4712
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CEHUM - Artigos publicados em revistas

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