Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/1822/49612

TítuloStress e burnout em internos de medicina geral e familiar da zona Norte de Portugal: estudo transversal
Outro(s) título(s)Stress and burnout in family medicine trainees in the north of Portugal: a cross-sectional study
Autor(es)Mendes, Paula
Cardoso, Vítor Portela
Yaphe, John
Palavras-chaveBurnout
Stress psicológico
Medicina geral e familiar
Internato
Professional burnout
Psychological stress
General practice
Internship
Data2017
EditoraAssociação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF)
RevistaRevista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
CitaçãoMendes P, Cardoso V, Yaphe J. Stress and burnout in Family medicine trainees in the north of Portugal: a cross-sectional study. Rev Port Med Geral Fam 2017; 33: 16-28.
Resumo(s)Objetivos: Determinar a prevalência de burnout em internos de medicina geral e familiar da zona Norte de Portugal e testar possíveis associações com fatores sociodemográficos, profissionais e stress. Tipo de estudo: Observacional, transversal, com componente analítica. Local: Zona Norte de Portugal. População: Médicos internos de medicina geral e familiar. Métodos: Amostra de conveniência constituída pelos internos presentes nas reuniões das direções de internato entre 3 de novembro a 11 de dezembro de 2009. Aplicámos o Questionário de Stress nos Profissionais de Saúde, o inventário de burnout de Maslach e colhemos dados sociodemográficos e profissionais. Calculámos a prevalência de burnout e testámos associações entre o stress laboral e o burnout. Resultados: Estudámos uma amostra de 210 internos (68% da população), dos quais 72% eram mulheres. A taxa de resposta foi de 92,5%. A maioria dos internos referiu stress moderado (n=127, 60,5%), sobretudo nas ações de formação e em lidar com os pacientes. A prevalência de burnout variou entre 8,6% (IC95% 4,8-12,4%) e 34,3% (IC95% 27,9-40,7%), consoante a definição utilizada. Observámos que 29,8% (IC95% 23,6-36,0%) dos internos apresentavam exaustão emocional (EE) elevada, 17,7% (IC95% 12,5-22,9%) despersonalização (DP) elevada e 43,4% (IC95% 36,7-50,1%) baixa realização pessoal (RP). A DP foi significativamente maior nos homens (p<0,001) e naqueles que não tinham escolhido a medicina geral e familiar como primeira opção (p<0,001). O nível de stress associou-se significativamente com as três dimensões do burnout (EE p<0,001, DP p<0,001 e RP p=0,02). Além disso, os seis domínios de stress associaram-se com a EE (p<0,01), cinco com a DP (p<0,001) e o domínio carreira e remuneração com a RP (p<0,01). Conclusões: Este estudo encontrou uma prevalência estimada de burnout em internos de medicina geral e familiar similar a outros estudos. Os resultados obtidos sublinham a importância na adoção de estratégias de prevenção neste grupo vulnerável.
Objectives: To determine the prevalence of burnout among family medicine trainees in the north region of Portugal and to test possible associations of burnout with sociodemographic and occupational factors and stress. Type of study: Cross-sectional. Location: Northern Portugal. Population: Family medicine trainees. Methods:We used a convenience sample of the trainees attending meetings of the residency program from 3 November to 11 December 2009. We used the Maslach Burnout Inventory and the Stress in Health Professionals questionnaire and collected sociodemographic and professional data. The prevalence of stress and burnout were calculated and associations between job stress and burnout were tested. Results:We studied a sample of 210 trainees(68% of the population) of whom 72% were female.The response rate was 92.5%. Most trainees reported moderate stress (n=127, 60.5%), especially in training activities and in dealing with patients.The prevalence of burnout in trainees ranged between 8.6% (95%CI 4.8-12.4) and 34.3% (95%CI 27.9-40.7), depending on the definition used.We found that 29.8% (95%CI 23.6-36.0) of trainees had high emotional exhaustion, 17.7% (95%CI 12.5-22.9) had high depersonalization and 43.4% (95%CI 36.7-50.1) had low personal accomplishment. Depersonalization was significantly higher in men (p<0.001) and among those who did not choose general practice as first choice (p<0.001). Stress scores were significantly associated with all components of the Maslach Inventory (EE p<0.001, DP p<0.001, and DP p=0.02). In addition, all six subscales of the stress questionnaire were significantly associated with EE (p<0.001), five with DP (p<0.001) and salary with RP (p<0.01). Conclusions: This study found an estimated prevalence of burnout similar to that found in other studies. This stresses the importance of prevention and intervention strategies for this vulnerable group.
Tipoarticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/49612
ISSN2182-5173
Versão da editoraThe original publication is available at http://www.rpmgf.pt/ojs/index.php/rpmgf/article/view/12020/11317
Arbitragem científicayes
AcessoopenAccess
Aparece nas coleções:ICVS - Artigos em Revistas Internacionais com Referee

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