Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/1822/4644

TitleOs tempos livres e os quotidianos na definição de estilos de vida de jovens rurais e urbanos: influência da escolarização e dos recursos comunitários
Author(s)Gonçalves, Artur
Carvalho, Graça Simões de
KeywordsEstilos de vida
Jovens rurais
Jovens urbanos
Issue dateJun-2005
CitationINTERNATIONAL SEMINAR OF PHYSICAL EDUCATION, LEISURE AND HEALTH, 2, Braga, Portugal, 2005 – “"New ways of analysis and intervention”. [Braga : s.n., 2005].
Abstract(s)Entendidos como vector fundamental na construção da saúde e qualidade de vida, os estilos de vida constituem o cerne deste trabalho de investigação. Procurou-se verificar em que medida o factor meio (Rural versus Urbano) nas suas diferentes dimensões (geofísica, socioeconómica, cultural, escolar...) interferem no desenvolvimento dos estilos de vida. Para tal foi constituída uma amostra de 800 alunos, sendo 400 de meio rural (Concelho de Boticas) e outros 400 de meio urbano (Cidade de Braga). Em cada amostra estão representados 100 alunos do 1º ano de escolaridade e 100 alunos de cada um dos anos terminais de cada ciclo que compõem o ensino básico.Para a recolha de dados foi utilizado um questionário composto por 2 eixos e 2 temas de investigação. Os eixos abordavam "Ocupação dos tempos livres" e os "Quotidianos", em que o primeiro era constituído por onze variáveis e o segundo por dezanove. Cada tema de investigação era composto por 3 imagens, dando possibilidade ao aluno de seleccionar apenas uma. O primeiro tema era sobre saúde (Fármacos, Alimentação e Exercício físico) e o segundo era sobre alimentação (Restaurante tradicional, Pizzaria e McDonald's).Os dados obtidos foram trabalhados estatisticamente no programa informático "SPSS" e mostraram claramente que jovens com as mesmas características (idade, sexo, escolaridade, religião e estrutura familiar) apresentam concepções, percepções e práticas diferentes sobre estilos de vida pelo facto de pertencerem a meio rural ou a meio urbano.Os dados mostram ainda que a escolaridade tende a aproximar (embora não atingindo a convergência plena) no final do ensino básico jovens rurais e jovens urbanos nos domínios do conhecimento e dos valores, contudo no campo das práticas as diferenças tendem a manterem-se ou a acentuarem-se por envolverem recursos económicos próprios ou comunitários.
TypeConference paper
URIhttps://hdl.handle.net/1822/4644
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:DCILM - Livros de Actas

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