Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/40233

TitleCultura e educação indígena: limites do currículo escolar
Author(s)Carvalho, Maria de Lurdes Dias de
Sousa, Maria Lucimar Jacinto de
KeywordsCultura
Educação
Currículo intercultural
Educação indígena
Issue date1-Sep-2015
PublisherUniversidade Católica Portuguesa. Faculdade de Educação e Psicologia
CitationJoaquim Machado (coord.), Cristina Palmeirão, Ilídia Cabral, Isabel Baptista, Joaquim Azevedo, José Matias Alves, Maria do Céu Roldão (Orgs.)
Abstract(s)Este trabalho traz uma reflexão sobre a Educação Indígena no Brasil, com base em dados históricos e estatísticos, de forma a melhor compreender e adequar o currículo escolar às diferentes realidades contextuais. Compreender a educação dos índios nos dias atuais requer uma breve recomposição da historicidade desse povo. Exige o reconhecimento dos 500 anos de história do Brasil, onde os povos indígenas foram expostos a um violento processo civilizatório que implicou em transformações na cultura e identidade desses povos. Mesmo com o desenvolvimento de política de proteção ao índio e com leis voltadas para lhes assegurar a cidadania, observa-se um quadro de exclusão social e cultural.. Entretanto, a cidadania indígena vem sendo negada ao mesmo tempo em que se legitimam discursos de respeito à diversidade e a diferença. A Escola indígena específica e diferenciada surge como um projeto pensado pelos movimentos indígenas com a finalidade de reparar a lacuna existente na história da educação nacional.
Este trabajo hace una reflexión sobre la educación indígena en el Brasil, en base de datos históricos y estadísticos. Entender la educación de la población indígena en la actualidad requiere de un breve repaso histórico sobre las vivencias de la misma. Exige el reconocimiento de los 500 años de la historia del Brasil, en donde los indígenas han sufrido un proceso violento de “civilización” que ha derivado en transformaciones, mutaciones de su cultura e identidad. A pesar del desarrollo legislativo dirigido a la protección y reconocimiento de la ciudadanía de los pueblos indígenas, se observa un cuadro de exclusión social y cultural. A todos los efectos, los indígenas son brasileños y deben tener igualdad de tratamiento según las propias leyes brasileñas, no obstante resulta paradójica que la ciudadanía indígena viene siendo negada a la par que se desarrollan discursos de respecto a la diversidad y a la diferencia .En este contexto surge la necesidad del desarrollo de una escuela indígena específica y diferenciada, que aparece como proyecto pensado por los movimientos indígenas con la finalidad de reparar la laguna existente en la historia educativa de Brasil.
TypeConference paper
URIhttp://hdl.handle.net/1822/40233
ISBN978-989-99486-0-0
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CIEC - Comunicações

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