Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/10920

TitleEducar para a morte e a promoção da saúde mental
Author(s)Macedo, Ermelinda
Macedo, João Carlos Gama Martins
Gomes, Maria
Peres, Paula
KeywordsCrianças
Morte
Educação
Saúde mental
Children
Death
Education
Mental health
Issue dateJun-2010
PublisherA Sociedade Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental (ASPESM)
Citation“Revista Portuguesa de Enfermagem de Saúde Mental”. 3 (Jun. 2010) 48-53.
Abstract(s)Quando tratamos a morte, referimo-nos a um facto irrefutável: todos os seres vivos morrem, inclusive os seres humanos – morrem, porque são seres vivos e morrem, porque são sistemas irreversíveis. A morte faz, assim, parte do desenvolvimento humano, acompanhando-nos desde o nascimento até ao final da vida. Pela revisão da literatura, verificámos que existem estudos sobre a forma como as crianças elaboram o conceito de morte relacionando-o com múltiplas variáveis: sexo, idade, desenvolvimento cognitivo, religião, experiências prévias, discussão do constructo “morte” na família, mas não evidenciam as percepções das crianças sobre a morte e o morrer. O estudo decorreu durante os meses de Fevereiro/Março de 2009. Tem como objectivos identificar e descrever as percepções sobre a morte em crianças dos 8-11 anos. É um estudo exploratório e descritivo, tendo sido aplicada uma entrevista semi-estruturada. A amostra é constituída por 42 crianças, com idades compreendidas entre os 8 e 11 anos a frequentar o 3ºe 4ºanos do 1º ciclo. Os dados foram objecto de análise de conteúdo. Emergem do discurso das crianças três categorias: significado simbólico da morte, emoções e sentimentos e apreciação da morte. Concluímos, que as crianças estudadas sentem-se pouco confortáveis a falar sobre o tema e que este necessitará de ser discutido no meio familiar e escolar, pois consideramos que falar com as crianças sobre a morte poderá ser importante para a sua (re)integração na vida.
When we deal with death, we refer to one irrefutable fact: All living beings die, including humans - are dying because they are living and dying, because they are irreversible systems. Death is thus part of human development, accompanying us from birth until the end of life. For the literature review, we noted that no studies on how children's concept of death by linking it to multiple variables: gender, age, cognitive development, religion, previous experience, discussion of the construct of "death” in the family, but not highlight the perceptions of children about death and dying. The study took place between the months of February / March 2009. It aims to identify and describe the perceptions of death in children aged 8-11 years. It is an exploratory and descriptive, and was applied a semi-structured interview. The sample consists of 42 children, aged between 8 and 11 years to attend the 3rd and 4th years of the primary school. The data were analyzed for content. They emerge from the discourse of children three categories: symbolic meaning of death, emotions and feelings and appreciation of death. We conclude that the studied children feel uncomfortable talking about the issue and it will require to be discussed in the family and school, because we believe that talking to children about death may be important to (re) integration into life.
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/10920
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:ESE-CIE - Artigos em Revistas Nacionais / Papers in National Journals

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