Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/1822/86118

TitleO absentismo: uma questão de género? Políticas e limites de conciliação trabalho-família
Other titlesAbsenteeism: a gender matter? Politics and limits of the work-family conciliation
Author(s)Marques, Ana Paula
KeywordsGénero
absentismo
organização sexual do trabalho
conciliação trabalho-família
Gender
absenteeism
sexual organisation of work
work-family conciliation
Issue date2009
PublisherÓrgão da Sociedade Angolana de Sociologia
JournalRevista Angolana de Sociologia
Abstract(s)De modo a potenciar alguns dos principais resultados obtidos num projecto de investigação intitulado "Ser Igual na 0n1diferença. Diagnóstico da redeempresarial bartelerise quanto à igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, realizado no concelho de Barcelos da Região Norte de Portugal este artigo visa alargar e aprofundar o conhecimento sobre as práticas de flexibilidade de horários de trabalho e o absentismo em função do sexo dos trabalhadores. Parte-se da hipótese estruturante de que a lógica empresarial dominante, nas suas práticas e estratégias de gestão, reproduz, em grande medida, uma organização sexual assente na tradicional divisão de papéis masculinos e femininos. Por sua vez, a divisão sexual do trabalho faz-se acompanhar por representações sociais dos sexos solidamente enraizadas e persistentes, devido à eficácia de processos de validação comuns por parte das mulheres e dos homens. Esta abordagem permite realçar a perspectiva de género no sentido de ser expressão/reflexo e justificação/reprodução de uma memória colectiva, de quadros de interacção, de práticas e estilos de vida que, implicitamente, indiciam níveis de discriminação das mulheres nas actuais estruturas do mercado de trabalho e dos homens na vida familiar.
In order to enhance some of the main results of a research project called °Being Equal in (In)difference. Diagnosis of the entrepreneurial network of Barcelos regarding equal opportunities for men and women" conducted in the municipality of Barcelos in the Northern Region of Portugal, this article aims to expand and explore the knowledge on the practices of flexibility of work schedules and absenteeism according to gender. It departs from the hypothesis that dominant entrepreneurial logics in its management practices and strategies largely reproduce a sexual organization resting on the traditional division between male and female roles. On its turn, the sexual division of work is accompanied by deeply ingrained and persistent social representations of gender due to the effectiveness of common validation processes on the part of women and men. This approach enhances gender perspectives, which view gender as an expression/ reflex and a justification/ reproduction of collective memory, interaction frames, and practices and life-styles that hint at the discrimination of women within current work market structures and of men within family life.
TypeArticle
URIhttps://hdl.handle.net/1822/86118
ISSN1646-9860
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CICS-UMINHO - Artigos em Revistas Internacionais/Articles in International Journals

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