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TitlePolíticas científicas e línguas de ciência em revistas de acesso aberto: o caso das ciências da comunicação e da informação em Portugal
Other titlesScientific policies and languages of science in open access journals: the case of Communication and Information Sciences in Portugal
Author(s)Martins, Moisés de Lemos
Mourão, Marisa
KeywordsRevistas científicas
Línguas de ciência
Políticas científicas
Língua portuguesa
Journals
Languages of science
Science policies
Portuguese language
Issue date2022
PublisherAssociação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas, Profissionais da Informação e Documentação
JournalCadernos BAD
CitationMartins, M. L., & Mourão, M. (2022). Políticas científicas e línguas de ciência em revistas de acesso aberto: O caso das ciências da comunicação e da informação em Portugal. Cadernos BAD, (1-2), 1-7. https://doi.org/10.48798/cadernosbad.2716
Abstract(s)Entendendo-se como estratégico o debate sobre as políticas científicas e as formas de contrariar a hegemonia do modelo de publicação dos países anglo-saxónicos, um modelo que não apenas apaga as diferenças, mas que, de igual forma, perpetua a subalternidade científica, linguística e cultural, considera-se determinante a definição de políticas editoriais que se posicionem no combate contra o empobrecimento da língua. Mas será que estas políticas existem? Não ignorando que o acesso aberto não é necessariamente sinónimo de um acesso universal, já que não elimina barreiras como as linguísticas, procuramos olhar para as revistas portuguesas de acesso aberto em Ciências da Comunicação e da Informação para conhecer as suas políticas científicas, o modo como procuram enquadrar-se na comunidade internacional e responder a este desafio de criação de uma comunidade multifacetada. Foram contabilizadas 19 revistas, entre as quais se regista uma tendência progressiva para publicações linguisticamente híbridas. Não existindo, regra geral, uma política para o português como língua de ciência, daí redunda uma grande vulnerabilidade destas publicações perante a força expressiva de outras línguas, sobretudo da inglesa.
The debate on scientific policies and how to counter the hegemony of the Anglo-Saxon publication model - which erases differences and perpetuates scientific, linguistic and cultural supremacy - is strategically important. Thus, the definition of editorial policies that take a stand in fighting the impoverishment of language is determinant. However, do such policies exist? We know that open access is not necessarily synonymous with universal access, for it does not remove barriers such as language barriers. Bearing in mind, we look at the Portuguese open access journals in Communication and Information Sciences to learn about their scientific policies, how they manage to fit in the international community and respond to the challenge of creating a multifaceted community. Among the 19 journals, there is a progressive tendency towards hybrid language publications, and, overall, there is no policy for Portuguese as a language of science. As a consequence, the publications are vulnerable to the expressive power of other languages, especially English.
TypeArticle
URIhttps://hdl.handle.net/1822/81526
DOI10.48798/cadernosbad.2716
e-ISSN1645-2895
Publisher versionhttps://publicacoes.bad.pt/revistas/index.php/cadernos/article/view/2716
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CECS - Artigos em revistas nacionais / Articles in national journals
DCC - Artigos em revistas nacionais / Articles in national journals

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