Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/1822/61842

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dc.contributor.advisorLopes, Felisbelapor
dc.contributor.authorGomes, Emiliana Sofia Coelhopor
dc.date.accessioned2019-10-24T11:18:53Z-
dc.date.available2019-10-24T11:18:53Z-
dc.date.issued2019-05-28-
dc.date.submitted2018-04-27-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/61842-
dc.descriptionTese de Doutoramento em Ciências da Comunicaçãopor
dc.description.abstractCom esta tese, estudámos a prevenção na imprensa portuguesa. Quisemos perceber até que ponto o jornalismo tem um papel ativo na prevenção da doença e na promoção da saúde. Concluímos que se previne de um modo indireto, recorrendo a uma confraria de fontes e evidenciando a necessidade de uma literacia para a saúde por parte dos cidadãos e dos próprios jornalistas. De facto, a Comunicação e o Jornalismo aplicados à saúde carecem de investigação e produção científica no contexto português. Estudos sobre jornalismo preventivo são ainda mais escassos. Não podemos pensar em prevenção, sem promover uma reflexão acerca da literacia para a saúde e esta última só é possível através de um Jornalismo em Saúde bem desenvolvido. Quer a Comunicação, quer o Jornalismo em Saúde trabalham em prol da saúde das populações, mas é imprescindível que o façam de um modo direto e proactivo. Optámos, assim, por analisar os artigos preventivos - mediante a nossa proposta de definição do conceito de prevenção - dos seguintes jornais: Público, Jornal de Notícias, Diário de Notícias, Correio da Manhã, Expresso e Sol, entre janeiro de 2012 e dezembro de 2014. Daí, resultaram 439 textos em que foram citadas 879 fontes de informação. Recorremos também a três estudos de caso centrados em questões que emergiram dos resultados gerais: a vacinação, as doenças mais mortíferas e as fontes de informação mais citadas. Os resultados da nossa investigação apontam para a inexistência de uma abordagem direta que antecipe ou evite a doença, mas que se destaca pelo tom positivo em que envolve os factos, contrariando alguns dos valores-notícia do jornalismo não especializado. Realça-se ainda a presença de doenças mediaticamente dominantes como os tumores - prevenidos através de rastreios - e o apelo à vacinação – nomeadamente das camadas mais idosas da população. Quanto às fontes de informação não existe uma atitude proactiva no que diz respeito ao agendamento mediático dos assuntos de saúde. Não há uma diversidade que permita desenvolver estas questões, resultando na existência de elites de poder no campo da saúde. Neste contexto, tanto o jornalista como os médicos assumem um papel determinante na promoção da saúde e na prevenção da doença, pelo que devem trabalhar para o objetivo comum de promover a saúde dos cidadãos, sem esquecer, as diferenciações intrínsecas a cada uma das profissões.por
dc.description.abstractThe goal of this dissertation was to study the coverage of disease prevention in the Portuguese press. Also to better understand if the press plays an active role in disease prevention and health promotion. We concluded that the media promote an indirect prevention through a confraternity of sources, which highlights the need for health literacy aimed both at citizens and journalists. In a Portuguese context, health communication and health journalism need more scientific investigation and production. Studies about prevention press are scarce. It is not possible to think about prevention without promoting a reflection on health literacy. This is only possible through well-developed Health Journalism. Therefore, through our proposal of definition of the prevention concept it was opted to analyze preventive articles from the following newspapers: Público, Jornal de Notícias, Diário de Notícias, Correio da Manhã, Expresso and Sol between January 2012 and December 2014. This analysis resulted on 439 texts in which 879 sources of information were cited. We also developed three case studies focusing on issues that emerged from the overall results: vaccination, the deadliest diseases and the most cited sources of information. The investigation results point to the nonexistence of a direct approach to anticipate or avoid the disease, but that stands out for the positive tone in relation to facts, contrary to some of the news values of non-specialized journalism. It also highlights the presence of more media dominant diseases such as cancers - prevented by screening - and the appeal to vaccination given special focus in the older population. Regarding the sources of information, there is not a proactive attitude when it comes to the agenda setting of health matters. There is a lack of diversity to develop these issues which results in the existence of elites in the health field. In this context journalists and doctors play a determinant role in health promotion and disease prevention. Therefore, they should work with a common goal of promoting the health condition of citizens without forgetting the differences inherent to their professions.por
dc.description.sponsorshipEsta dissertação foi financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) através da concessão de uma bolsa de doutoramento (SFRH/BD/89792/2012) no âmbito do QREN – POPH – Tipologia 4.1 – Formação Avançada, comparticipado pelo Fundo Social Europeu e por fundos nacionais do MCTES.por
dc.language.isoporpor
dc.relationinfo:eu-repo/grantAgreement/FCT/SFRH/SFRH%2FBD%2F89792%2F2012/PTpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleJornalismo e prevenção em saúde: retratos da imprensa portuguesa entre 2012 e 2014por
dc.title.alternativeJournalism and health prevention: portraits of the Portuguese press between 2012 and 2014por
dc.typedoctoralThesiseng
dc.identifier.tid101426526por
thesis.degree.grantorUniversidade do Minhopor
sdum.uoeiInstituto de Ciências Sociaispor
Appears in Collections:BUM - Teses de Doutoramento
CECS - Teses de doutoramento / PhD theses

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