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TítuloII Encontro Nacional sobre Reabilitação Urbana e Construção Sustentável: do edifício para a escala urbana: livro de atas da conferência
Autor(es)Bragança, L.
Mateus, Ricardo
Rocha, Cecília
Sousa, José Manuel
Silva, Sandra Monteiro
Moura, Fernando
Bezerra, José Carlos
Castro, Maria de Fátima Morais de Aguiar e
Fernandes, Jorge Emanuel Pereira
Duarte, Lurdes
II Encontro Nacional sobre Reabilitação Urbana e Construção Sustentável, Lisboa, 2017
Palavras-chaveAvaliação do ciclo de vida
Construção sustentável
Eficiência energética
Reabilitação urbana
DataNov-2017
EditoraUniversidade do Minho
CitaçãoBragança L., Mateus R., Rocha C., Sousa J. M., Silva S. M., Moura F., Bezerra J. C., Castro M. F., Fernandes J. E. P. Livro de Atas do II Encontro Nacional Sobre Reabilitação Urbana e Construção Sustentável, II Encontro Nacional Sobre Reabilitação Urbana e Construção Sustentável, pp. 1-426, 978-989-96543-9-6, 2017
Resumo(s)A Associação iiSBE-Portugal, em conjunto com a Universidade do Minho, organizou o II Encontro Nacional Sobre Reabilitação Urbana sob o mote ?do edifício para escala urbana?, que teve lugar no Pavilhão do Conhecimento, Lisboa, entre os dias 16 e 17 de novembro de 2017. Este evento contou com a presença de um conjunto de personalidades com responsabilidades na definição de políticas, investigação e desenvolvimento de soluções para a criação de um ambiente construído mais sustentável. O atmosfera da conferência foi propícia à apresentação e discussão de soluções para a necessária mudança de paradigma no modo como, entre outros, se projeta, constrói, mantém e se gere o parque edificado. Impulsionado pela crescente procura turística em algumas das principais cidades portuguesas e também pelo aumento do investimento de estrangeiros na compra de imóveis, em especial em Lisboa e Porto, assiste-se atualmente a uma maior dinâmica do mercado da reabilitação. A reabilitação do edificado deve reger-se por princípios orientadores comuns a todos os projetos, que cruzem o propósito primordial de reutilização do existente com a importância da preservação da sua identidade. Estes princípios devem assentar no conceito de Desenvolvimento Sustentável, possibilitando às gerações futuras uma leitura integrada da identidade do território. As intervenções, quer em preexistências quer em novas construções, devem procurar estabelecer um diálogo contínuo entre contemporaneidade e tradição, promovendo a afirmação da identidade local e o reforço da sua atratividade no seio do turismo cultural. Neste contexto, e particularmente na habitação, é fundamental o equilíbrio da oferta para nacionais e estran¬geiros, por forma a evitar a pressão sobre os residentes e o risco de se criarem bairros/guetos para turistas que conduzirão à diminuição da atratividade turística. No que diz respeito à eficiência energética dos edifícios, uma reabilitação adequada do parque habitacio¬nal é essencial, não apenas para atingir as metas 20-20-20 da União Europeia, mas para reduzir a pobreza energética (que afeta cerca de 28% da população portuguesa). Assim, durante o evento, foram discutidos os contributos para se atingir uma elevada eficiência energética na reabilitação do património edificado. À partida sabe-se que o comportamento passivo dos edifícios é um aspeto prioritário, através do reforço do isolamento térmico da envolvente (coberturas, paredes, envidraçados e pavimentos). Por outro lado, a escolha de sistemas de climatização eficientes e de sistemas que permitam o aproveitamento de energias endógenas é um aspeto a considerar. As análises de nível ótimo de rentabilidade permitem identificar a solução de reabilitação energética que conduz ao mais baixo custo, ao longo do ciclo de vida, sendo o custo global determinado considerando os custos de investimento, de manutenção e de funcionamento. Esta abordagem baseia-se na comparação da relação existente entre a energia primária consumida ao longo do ciclo de vida do edifício e o custo global de diferentes cenários de reabilitação, em função das zonas climáticas do país. A mobilidade é outro aspeto essencial quando se discute a sustentabilidade à escala urbana. O conceito de ?Mobilidade urbana sustentável? é um elemento fundamental na promoção de um sistema de mobilidade as¬sente no equilíbrio entre princípios económicos, sociais e ambientais. A gestão integrada dos vários modos de transporte, a eficácia na distribuição e a mobilidade elétrica são fatores-chave no desenvolvimento das estratégias futuras, que vão influenciar o desenho do ambiente construído, criando novos desafios no domí¬nio dos sistemas de produção, armazenamento, distribuição, fornecimento e gestão de energia no ambiente construído, que urge resolver. O evento contou com a participação de um conjunto abrangente de especialistas, dos quais se destaca o contributo dos oradores convidados e dos trabalhos apresentados no domínio da conferência. Os artigos recebidos encontram-se publicados neste livro de atas da conferência e abordam temas relacionados com os seguintes tópicos: - Cidades inteligentes - Mobilidade urbana eficiente - nZEB: do edifício à escala urbana - Integração de sistemas de energias renováveis - Resiliência urbana às catástrofes e alterações climáticas - Gestão da procura e armazenamento de energia - Avaliação da sustentabilidade do ambiente construído - Avaliação do ciclo de vida de materiais e produtos da construção - Produtos e soluções construtivas inovadores - Materiais de baixo índice tecnológico - Tecnologias de baixo carbono - Casos de estudo A Comissão Organizadora espera que o evento e os artigos presentes neste Livro de Atas contribuam para a discussão sobre a sustentabilidade do ambiente construído nos diferentes tópicos. Aproveita-se ainda este espaço para agradecer a todos os oradores, participantes, instituições, patrocinadores e parceiros de divul¬gação que permitiram a realização do evento e o desenvolvimento desta publicação. Um agradecimento especial é dirigido aos patrocinadores, as empresas Giacomini, CIN, CS-Coelho da Silva, Sival, Top Informática - CYPE, Sotécnica, Beltrão Coelho, CAS-Construções e Banco Português de Investimento (BPI), cujo apoio viabilizou a organização deste evento e foi fundamental para a prossecução dos objetivos delineados. A Comissão Organizadora: Luís Bragança (UMinho) Ricardo Mateus (UMinho) Cecília Rocha (FEUP) José Manuel Sousa (ISEP) Lurdes Duarte (CARRIS) Fernando Moura (C30-EAC) João Carlos Bezerra (GEPEP) Sandra Monteiro Silva (UMinho) Maria de Fátima Castro (UMinho) Jorge Fernandes (UMinho)
TipoconferenceProceedings
URIhttp://hdl.handle.net/1822/47949
ISBN978-989-96543-9-6
ISSN978-989-96543-9-6
Arbitragem científicayes
AcessoopenAccess
Aparece nas coleções:C-TAC - Livros de Actas

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