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TitleAtividades de campo no ensino da Geologia: opiniões de professores portugueses sobre formas ideais de as usar
Other titlesField activities in Geology teaching: Portuguese teachers’ opinions on ideal ways to using them
Author(s)Dourado, Luís Gonzaga Pereira
Leite, Laurinda
KeywordsAtividades de campo
Ensino da Geologia
Opiniões de professores
Abordagem ideal
Field activities
Geology teaching
Teachers’ opinions
Ideal approaches
Issue dateMay-2016
PublisherInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
JournalRevista Internacional de Formação de Professores (rifp)
CitationDourado, L. & Leite, L. (2016). Atividades de Campo no ensino da Geologia: opiniões de professores portugueses sobre formas ideais de as usar. Revista Internacional de Formação de Professores (RIFP), Itapetininga, 1(2), 10-35.
Abstract(s)Devido à elevada dimensão espacial e temporal da maior parte dos fenómenos geológicos, não é possível reproduzir no laboratório os fenómenos a estudar, pelo que, se o professor de Geologia pretender colocar os alunos em contato com esses fenómenos, terá que organizar uma saída de campo para que as necessárias e adequadas atividades sejam realizadas no lugar onde esses fenómenos ocorrem. Contudo, e apesar de professores e alunos reconhecerem diversas potencialidades didáticas das saídas de campo, os professores raramente as organizam e justificam isso com base em diversos impedimentos. Neste artigo relatam-se os resultados de um estudo em que 233 professores portugueses de Biologia e Geologia foram inquiridos acerca de formas ideais de integrar as atividades de campo na componente de Geologia, no 3º ciclo do Ensino Básico (n=102) e no Ensino Secundário (n=131). Os resultados sugerem que as práticas que os professores gostariam de implementar, caso não houvesse constrangimentos à realização de atividades de campo, não seriam, na maior parte dos casos, muito diferentes das práticas implementadas que são relatadas na literatura. Esta falta de exigência e de ousadia por parte dos professores, no que concerne ao modo como as atividades de campo deveriam ser utilizadas, sugere a necessidade de a formação inicial e contínua de professores contemplar uma abordagem adequada das saídas de campo e de as escolas se reorganizarem para facilitarem a organização, fundamentada, das mesmas.
Most geological phenomena are large scale phenomena in terms of both time and space. Therefore, they cannot be reproduced in the school laboratory to be studied. Thus, if the Geology teacher wants students to get in touch with those phenomena, he/she needs to organize a field trip so that the necessary learning activities can be undertaken in the place where the phenomena occur. However, even though teachers and students acknowledge the educational potential of field trips, teachers seldom organize them and they mention several impairments to justify it. This paper reports on the results of a research study carried out with 233 Biology and Geology Portuguese teachers that were asked about the ideal ways of integrating field activities in the 3rd cycle (n=102) and the secondary school (n=121) Geology teaching. The results suggest that the way teachers would like to put into practice field activities if there was no constraint to them, would not differ too much from real practices that are reported in the literature. In fact, teachers showed low exigency and audacity with regard to the way that they would like field activities to be put into practice. Therefore, pre-service and in-service teacher education should include training on how to appropriately use field activities and schools should be reorganized in order to facilitate teachers’ job of the preparing relevant field trips.
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/41770
ISSN2447-8288
Publisher versionThe original publication is available at http://itp.ifsp.edu.br/ojs/index.php/RIFP/article/view/303/254
Peer-Reviewedyes
AccessRestricted access (Author)
Appears in Collections:CIEd - Artigos em revistas científicas internacionais com arbitragem

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