Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/1822/27388

Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorMartins, Moisés de Lemos-
dc.contributor.authorPeixoto, Fernando Jorge Basto-
dc.date.accessioned2014-01-03T11:52:22Z-
dc.date.available2014-01-03T11:52:22Z-
dc.date.issued2013-09-19-
dc.date.submitted2012-12-07-
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1822/27388-
dc.descriptionTese de doutoramento em Ciências da Comunicação (área de especialização em Sociologia da Comunicação e da Informação)por
dc.description.abstractA nossa contemporaneidade respira o ar do tempo mediático. E a “sociedade de comunicação generalizada” em que vivemos, para falar como Vattimo, tem nos media de massas, e também nos media do self, os seus estilizadores próprios, marcando passo ao tom e na atmosfera por eles prodigalizados. É, pois, esta a nossa condição, uma condição mediática, desde as mais simples rotinas, como ver televisão, ouvir rádio, navegar na Internet, até folhear um jornal, dedilhar um tablet, ou mesmo passear pedonalmente em qualquer urbe - os media, e particularmente a publicidade, parecem acompanhar-nos a todo o instante. O que esta situação tem de particularmente relevante é o facto de o paradigma comunicacional ter o seu destino ligado à tecnologia da informação, que lhe determina as condições de possibilidade, de funcionamento e de circulação. Partindo do ponto de vista de que a tecnologia da informação, que inclui os media – e designadamente com a publicidade –, projeta um ideal utópico, é meu propósito interrogar aquilo que caracterizo como a «promessa publicitária». De modo a atingir o meu objetivo, centrei o meu objeto de estudo na publicidade televisiva. Selecionei, então, vinte spots publicitários, percorrendo os últimos sessenta anos e cobrindo vários segmentos. Parti de um mapeamento de diversas correntes de pensamento que atravessam transversalmente o fenómeno publicitário, procurando construir diversas variáveis, de modo a estabelecer relações de sentido entre utopia e realidade, natureza e simulacro, techné e bios, o «eu» e o «outro», relações essas que, aliás, se cruzam e confundem. Interrogando a produção publicitária na televisão, ao mesmo tempo em termos diacrónicos e sincrónicos, é meu propósito dar conta do papel decisivo que os media, ao evoluírem como fenómeno e indústria cultural, têm tido na formatação do homem atual, determinando-lhe a atmosfera e o ritmo. Com efeito, a presença tentacular da técnica, que se funde com a estética, constitui-se como a única promessa social, projetando a máscara comunicacional de uma nova utopia: a utopia tecnológica.por
dc.description.abstractOur contemporaneity breathes the air of the era of the media. And the “society of generalized communication” in which we live, to use Vattimo’s words, has in the mass media as well as in the self-media its own designers who set the pace for the tone and the atmosphere lavished by them. This is, therefore, our condition, a mediatic condition – from the simplest of routines, such as watching TV, listening to the radio, navigating the Internet, glancing through a newspaper, touching a tablet computer, or even walking around a city - the media, particularly advertising, seem to accompany us at all times. The most relevant aspect of this situation is the fact that the communicational paradigm is entirely linked to information technology, which determines its possibility, functioning and circulation conditions. Departing from a point of view which defends that the information technology, which includes the media – and specifically advertising – projects a utopic ideal, it is my intent to question what I classify as “the advertising promise”. In order to reach my objective, I have focused my study on television advertising. Therefore, I selected twenty advertising spots covering a period of sixty years and different areas. I started by mapping several lines of thought that cross over the advertising phenomenon transversally, trying to build different variables, so as to establish meaningful relationships between utopia and reality, nature and simulation, techné and bios, “me” and the “other”, relationships that, in fact, intersect and confuse one another. It my purpose, by interrogating the advertising production on television, both in diachronic and synchronic terms, to show the decisive role that the media, by evolving as a phenomenon and as a cultural industry, have had in the formatting of the man of our days, determining his atmosphere and rhythm. In fact, the tentacular presence of technique, combined with aesthetics, have constituted themselves the only social promise, projecting the communicational mask of a new utopia: technological utopia.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsrestrictedAccesspor
dc.subjectComunicaçãopor
dc.subjectMediapor
dc.subjectTécnicapor
dc.subjectCulturapor
dc.subjectSociedadepor
dc.subjectUtopiapor
dc.subjectEstéticapor
dc.subjectImagempor
dc.subjectIdentidadepor
dc.subjectSociedadepor
dc.subjectPromessapor
dc.subjectPublicidadepor
dc.subjectCommunicationpor
dc.subjectMediapor
dc.subjectTechniquepor
dc.subjectCulturepor
dc.subjectSocietypor
dc.subjectUtopypor
dc.subjectAestheticpor
dc.subjectImagepor
dc.subjectIdentitypor
dc.subjectSocietypor
dc.subjectPromesspor
dc.subjectAdvertisingpor
dc.titleA utopia tecnológica na promessa publicitáriapor
dc.typedoctoralThesispor
dc.subject.udc316.77-
dc.identifier.tid101402074-
Appears in Collections:BUM - Teses de Doutoramento
CECS - Teses de doutoramento / PhD theses

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Fernando Jorge Basto Peixoto.pdf
  Restricted access
3,66 MBAdobe PDFView/Open

Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterPartilhe no DeliciousPartilhe no LinkedInPartilhe no DiggAdicionar ao Google BookmarksPartilhe no MySpacePartilhe no Orkut
Exporte no formato BibTex mendeley Exporte no formato Endnote Adicione ao seu ORCID