Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/25783

TitleEstratégias e desafios para a gestão dos resíduos de construção e demolição : visão dos intervenientes
Author(s)Couto, J. Pedro
Canedo, João Pedro
Gomes, Cláudia Manuela Júnior
KeywordsGestão de resíduos de construção e demolição
Desconstrução
Inquérito
Empreiteiros
Operadores de gestão de resíduos
Issue dateDec-2012
Abstract(s)O impacto ambiental decorrente das atividades da construção tem vindo a constituir um motivo de grande preocupação. O aumento exponencial da quantidade de resíduos provenientes do sector da construção é atualmente um dos grandes motivos de apreensão ambiental. As elevadas quantidades de material desperdiçado proveniente dos processos construtivos e consequente geração de resíduos apresentam-se hoje em dia como um dos maiores problemas e de difícil redução. Estima-se na União Europeia uma produção anual global de resíduos de construção e demolição (RCD) na ordem dos 450 milhões de toneladas. Esta indústria é mesmo considerada como o maior fluxo de resíduos em termos quantitativos. A elevada quantidade de resíduos produzidos com a operação de demolição fez com que surgissem alternativas à demolição dita convencional. A desconstrução, também denominada por demolição seletiva, apresenta-se como uma das alternativas viáveis na procura da redução da quantidade de RCD enviada para aterro, afigurando-se, assim, um importante meio de promoção da sustentabilidade no sector. No presente artigo divulgam-se os resultados obtidos através de um inquérito realizado na Universidade do Minho, dirigido a um conjunto selecionado de empreiteiros e empresas gestoras de resíduos, visando recolher a respetiva perceção sobre o estado atual da gestão dos RCD em Portugal. Os resultados obtidos indicam que há ainda um longo caminho a percorrer para que a gestão dos RCD seja correta e executada de forma eficiente. Complementarmente, este estudo revela ainda quais são, para a realidade portuguesa, os fatores que influenciam a escolha do processo de demolição e quais as principais barreiras na ótica dos inquiridos à implementação da desconstrução. A demolição seletiva é vista como um processo que está associado a custos bastante elevados embora esses gastos possam ter retorno e ser devidamente compensados com as receitas provenientes da venda dos materiais reciclados/reutilizáveis. Todavia, a falta de mercados para os materiais recuperados tem prejudicado a viabilidade económica da desconstrução bem como o potencial de recuperação e valorização de resíduos que lhe estão associados.
TypeConference paper
URIhttp://hdl.handle.net/1822/25783
Peer-Reviewedyes
AccessRestricted access (UMinho)
Appears in Collections:C-TAC - Comunicações a Conferências Nacionais

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