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TitleProblemas metodológicos no estudos dos incêndios florestais em portugal Continental : o caso dos grandes incêndios florestais
Other titlesMethodogical problems in the study os forest fires in Portugal: the case of the large forest fires
Author(s)Leite, Flora Ferreira
Gonçalves, António Bento
Lourenço, Luciano
Úbeda, Xavier
KeywordsPortugal Continental
Grandes incêndios florestais
Informação estatística
Informação cartográfica
Portugal
Large forest fires
Statistical information
Cartographic information
Issue date24-Oct-2012
PublisherUniversidade de Santiago de Compostela (USC)
Abstract(s)O fogo é um dos elementos presente nas paisagens dos países do Sul da Europa. Todavia, num passado não muito longínquo, os incêndios não eram considerados um problema-chave para a floresta. Em Portugal, foi a partir da década de 70 do século passado, face às profundas alterações verificadas na sociedade portuguesa, no que se refere às estruturas socioeconómica, etária e cultural da população residente nas áreas florestais, assim como daquela que as frequenta, que o número de incêndios florestais, a extensão da área ardida anualmente e a ocorrência de grandes incêndios florestais (GIF) sofreram um acréscimo significativo. Embora os GIF representem apenas 0,5% do total das ocorrências registadas pela Autoridade Florestal Nacional (AFN) foram responsáveis por mais de 75% da área ardida em Portugal Continental nos últimos 15 anos. Os dados da AFN, a entidade responsável pela divulgação dos dados oficiais de incêndios, apenas possibilitam a análise estatística dos incêndios florestais por dimensão a partir de 1996, apresentando desde 1980 apenas os totais anuais a diversos níveis. Para além dos dados estatísticos, a AFN divulga ainda a cartografia nacional de áreas ardidas, desta feita, de 1990 a 2010. Pese embora o esforço feito, pelas entidades responsáveis que se foram sucedendo ao longo dos anos, no sentido de melhorar o rigor e qualidade da informação de incêndios florestais, a verdade é que a confrontação de alguns dos dados divulgados pela AFN revela algumas lacunas, o que certamente acrescenta alguma margem de incerteza às análises de incêndios florestais.
Fire is one of the elements present in the landscapes of the southern countries of Europe. However, in a not too distant past, fires were not considered a key problem for the forest. In Portugal, it was from the 70s of last century, given the profound changes in Portuguese society, with regard to socio-economic and cultural structures of the population living in forest areas, as well as that which attends, that the number of forest fires, the extent of area burned annually and the occurrence of large forest fires (LFF) experienced a significant increase. Although the LFF represent only 0.5% of total incidents recorded by the National Forest Authority (NFA), but they were responsible for more than 75% of the burnt area in Portugal in the last 15 years. Data from the NFA, the entity responsible for the dissemination of official data on fires, only enable the statistical analysis by size of forest fires since 1996, presented since 1980 only the annual totals at different levels. Beyond the statistics, the NFA also publishes national mapping of burned areas, this time from 1990 to 2010. Despite the effort made by the responsible entities in terms of accuracy and quality of the information for forest fires, the truth is that the confrontation of some of the data published by NFA reveals some gaps, which certainly adds some uncertainty to the analysis of forest fires.
TypeConference paper
URIhttp://hdl.handle.net/1822/20656
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CEGOT - Artigos em livros de atas de congressos internacionais
GEO - Artigos em livros de atas de congressos internacionais

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