Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/11750

TitleEnfermeiros e pais em parceria na construção do bem-estar da família
Author(s)Mendes, Maria Goreti
KeywordsHospitalização da criança
Parceria
Enfermagem de família
Bem-estar da família
Child's hospitalization
Partnership
Family nursing
Family welfare
Issue dateNov-2010
PublisherEscola Superior de Enfermagem do Porto. Núcleo de Investigação de Enfermagem de Familia (NIEF)
CitationMENDES, M. G. - Enfermeiros e pais em parceria na construção do bem-estar da família. In ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO – “Redes de conhecimento em enfermagem de família” [Em linha]. Porto : NIEF, 2010. [Consult. 15 Fev. 2011]. Disponível em WWW:<URL:http://portal.esenf.pt/www/pk_menus_ficheiros.ver_ficheiro?fich=F2118743933/Enfermagem de Familia [e-book-2010].pdf>. ISBN 978-989-96103-3-0.
Abstract(s)Perante a hospitalização de um filho, é aos pais que cabe a responsabilidade de os acompanharem e representarem. Eles permanecem no internamento, participam nos cuidados ao filho, vêem o seu papel parental sofrer alterações e na perspectiva dos enfermeiros até se consideram seus parceiros. Mas, o afastamento do lar com todas as implicações que acarreta para a dinâmica familiar, entre outros, não lhes permite experienciar este sentimento de parceiro do enfermeiro, como sugerido por este. Quisemos perceber como pode esta prática em uso contribuir para o bem-estar da família e neste sentido desenvolvemos o presente estudo. Objectivo: conhecer a experiência das mães que acompanham o filho no internamento; que sentimentos face à “parceria” e ao afastamento da família e quais os principais recursos de apoio. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa e para a recolha dos dados foi realizada a entrevista semi-estruturada a 30 mães que acompanham o filho(a) no internamento, durante um período de tempo igual ou superior a 5 dias. O corpus de dados foi submetido a análise, através do recurso ao software Nvivo8. Do trabalho produzido emergiram domínios que sustentam os seguintes dados assinalados. As mães experienciam a “parceria” em uso como um executar de tarefas delegadas pela enfermeira, “uma obrigação”, o que não deixa espaço a uma negociação que garanta um melhor bem-estar da família. Se a presença junto do filho pode ser benéfica, já o afastamento do ambiente familiar é gerador de um misto de sentimentos, onde se destaca “abandono do lar e dos outros filhos”, “sobrecarga da família mais próxima”, um “esquecer-me de mim mesma”. A “parceria” em uso não engloba em si mesma a responsabilidade no apuramento do significado que o afastamento tem na experiência das mães que acompanham os filhos no internamento não podendo garantir deste modo um bem-estar da família.
During the hospitalization of a child, the parents take the responsibility of monitoring and representing them. They remain at the hospital, participating in child care, seeing their parental role changing and in nurse’s prospect consider themselves like 3 their partners. However, the remoteness of home with all the implications for family dynamics, among others, doesn’t allow them to experience this feeling of nurse’s partners as suggested by these. We wanted to realize how this used practice contributes to family’s well-being and for this purpose we developed the present study. Objective: to know the experience of mothers who accompany their child at the hospital; their feelings about the “partnership” and separation of family and what are the main resources of support. This study has a qualitative nature and for the data collection a semi-structured interview has been made to 30 mothers who monitor their child at the hospital, during a period of time equal to 5 days or greater. The data “corpus” has been subjected to analysis through the use of Nvivo8 software. The work produced brought out domains that sustains the following reported data. Mothers understand “partnership” in use as a performance of tasks delegated by the nurse, “an obligation”, which leaves no room for a negotiation that guarantees a better family’s welfare. If the presence near their child can be beneficial, the retirement of family’s environment is a generator of mixed feelings, where stands “abandonment of home and the other children”, “overload closest family”, a “forget me of myself”. The used “partnership” does not include itself the responsibility for clearance the meaning that the retirement of mothers who accompany their children at the hospital and it cannot guarantee a family’s well-being this way.
TypeConference paper
DescriptionComunicação apresentada no III Simpósio Internacional Enfermagem de Família, em 20 de Novembro de 2010
URIhttp://hdl.handle.net/1822/11750
ISBN978-989-96103-3-0
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:ESE-CIE - Livros de atas / Papers in conference proceedings

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