Please use this identifier to cite or link to this item: https://hdl.handle.net/1822/42190

TitleEducação: instrumento de humanização da economia?
Other titlesEducation: humanising instrument of the economy?
Author(s)Gomes, Daniel Gonçalves Novo
Advisor(s)Pereira, Orlando P.
KeywordsEconomia social
Política social
Política da educação
Humanização
Social economy
Social policy
Education policy
Humanisation
Issue date2016
Abstract(s)No momento atual, a crise económica, financeira, cultural e social tem demonstrado os limites e os impasses da Economia de mercado liberal. Neste sentido, importa promover um outro modelo, colocando o Ser Humano no centro das preocupações atuais. Como escreve o sociólogo Morin (2003) a gigantesca crise planetária é a crise da humanidade que não consegue aceder à humanidade. Como defende Delors (1996) as questões da ação política, da Economia, da escola, da sociedade e a da evolução da humanidade estão ligadas às aprendizagens que decorrem da escola e que permanecem para a vida social: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a se conhecer, aprender a ser, aprender a agir e a construir. É dentro desta atmosfera que é nossa intenção interrogarmo-nos sobre a Política Social da Educação vigente em Portugal e o modo como esta pode ser uma oportunidade para “Humanizar a Economia”, tal como necessita a Economia Social. Vários são os autores que refletiram sobre a Política Educativa e na vertente da Humanização. Favorecer a consciencialização e o compromisso na ação social e económica (Freire, 1997), ensinar o humano ao humano (Morin, 2003) e desenvolver programas de Humanização da Economia, são algumas das suas vertentes. A Política da Educação guarda uma relação estreita com o domínio da Economia Social, dado que esta tem como objetivo a emancipação das pessoas e o exercício da cidadania económica, o que passa pela Educação, pela capacidade de cada um compreender o mundo, os seus desafios e os mecanismos que regem a Economia. Neste sentido, o presente trabalho perspetiva o desenvolvimento de uma Economia que se contrapõe ao modelo capitalista, colocando a pessoa no centro das suas preocupações. Apoia-se no desenvolvimento de um espírito crítico e de uma apropriação dos princípios fundadores da Economia Social, como é o uso dos valores como: democracia, respeito, justiça social, cidadania, colaboração com tarefas sociais, não centrada no lucro, nem na individualidade, mas na criação de valor e na coletividade.
At the present moment, the economic, financial, cultural and the social crisis has shown the limits and the impasses of the liberal market economy. It is therefore important to promote another model, while putting the individual at the centre of the current concerns. As the sociologist Edgar Morin (2003) states the giant planetary crisis is the crisis of humanity that cannot access humanity. However, as advocates Delors (1996), the issues of polítical action, the economy, education, society and the evolution of humanity are linked to learning arising from school and staying for social life: learning to know, learning to do, learning how to do, learning to be, learning to act and learning to build. Hence, it is our intention, to ask ourselves about the Social Policy of the current Education in Portugal and how it can be an opportunity to "humanise the economy." There are several authors who have reflected about the educational policy, and on the perspective of humanisation. It is of paramount importance to stimulate awareness and commitment to social and economic action (Freire, 1997), teach the human to human (Morin, 2003) and develop programmes of humanisation of the economy, as some of its perspectives. The education policy keeps a close relationship with the social economy in the sense that the latter is aimed at the emancipation of the people and the exercise of economic citizenship. This emancipation requires education, the capacity of each one to better understand the world, its challenges and the mechanisms which govern the economy. In this sense, the development of an economy that is opposed to a capitalist model, places the person in the centre of their concerns. It supports without fail the development of a critical spirit and an appropriation of the founding principles of the social economy (democracy, respect, social justice, be non-profit, citizenship, collaboration with social tasks).
TypeMaster thesis
DescriptionDissertação de mestrado em Economia Social
URIhttps://hdl.handle.net/1822/42190
AccessOpen access
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado
NIMA - Dissertações de Mestrado/Master Theses

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