Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/866

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dc.contributor.advisorGuimarães, Maria Helena-
dc.contributor.authorPinto, Messias de Sá-
dc.date.accessioned2005-02-14T17:02:53Z-
dc.date.available2005-02-14T17:02:53Z-
dc.date.issued2004-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1822/866-
dc.description.abstractO Mercosul tornou-se uma zona de interesse estratégico, tanto para os EUA quanto para a União Europeia. Para os EUA, o Mercosul constitui um meio de ampliar o NAFTA a todo o continente americano, aumentando o poder político-económico norte-americano na América do Sul e alargando o mercado às empresas americanas. A criação da ALCA em 2005 daria corpo às pretensões norte-americanas, de criar no sub-continente o prolongamento “natural” do NAFTA. Para a União Europeia, o Mercosul representa um grande mercado das suas exportações e o destino de vultosos investimentos. Um acordo com o Mercosul seria determinante para aumentar a influência económica e política da UE naquela região e corporizaria os interesses da EU em manter os seus fluxos de trocas e investimentos. Neste trabalho problematizamos a constituição da ALCA e os seus efeitos para as relações da União Europeia com o Mercosul. Estabelecemos quatro cenários relativamente à concretização da ALCA, à manutenção do Mercosul e à criação de uma área de comércio livre UE/Mercosul. Para cada cenário identificamos a probabilidade de ocorrência e avaliamos os respectivos interesses e consequências para a UE. Embora a criação da ALCA implique prejuízos económicos para a UE e acarrete uma perda do seu peso económico e político na região, este é o cenário mais provável. Em consequência, a UE tem todo o interesse na criação de uma área de comércio livre UE/Mercosul (embora maximizasse os seus interesses num cenário de inexistência de ALCA). Finalmente, este trabalho alerta para os custos da morosidade do processo negocial conducente à formação da área de comércio livre UE/Mercosul.eng
dc.description.abstractMercosul has become an area of strategic interest both to the United States and the European Union. For the US, Mercosul is a means to expand NAFTA to the whole American continent, increasing its political and economic power in America. The establishment of FTAA in 2005 would formalize the US intention of making, in the sub-continent the “natural” prolongation (maintenance) of NAFTA. For the EU, Mercosul represents one of its biggest export markets and the destination of important investments. An agreement with Mercosul could be determinant to increase the political and economic influence of the EU in the region and would denote (indicate) EU interest in maintaining its flows of trade and investment. In this work we problematize the establishment of the FTAA and its effects to the EU- Mercosul relations. We present four scenarios relating to the concreteness of the FTAA, the maintenance of Mercosul and the creation of a free trade area EU/Mercosul. For each scenario we identify the probability of its occurrence and we evaluate the ensuring EU interests and consequences. Though the creation of the FTAA implies economic damage (prejudice) to the EU and means a loss of its economic and political importance in the region, this is the most probable scenario. Consequently the EU has a interest in the creation of a free trade area with Mercosul (though it would maximize their interests in a scenario where the FTAA would not exist). Finally we emphasize the costs associated with the slow pace in the negotiating process between the EU and Mercosul to establish a free trade area.eng
dc.language.isopor-
dc.rightsopenAccesseng
dc.titleA área de livre comércio das Américas e os interesses da União Europeia na América Latinaeng
dc.typedoctoralThesiseng
Appears in Collections:BUM - Teses de Doutoramento


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