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TitleHouse on Fire: um caso de arte política e colaborativa
Other titlesHouse on Fire: A political and collaborative art case
Author(s)Mora, Teresa
KeywordsImpulso utópico
práticas colaborativas
repertórios de ação científico-social e filosófica
urgência da realidade
viragem social
Collaborative practices
scientific-social and philosophical action repertoires
social turn; reality urgency
utopian impulse
Reality urgency
Social turn
Issue date2017
PublisherUniversidade do Minho. Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)
JournalComunicação e Sociedade
CitationMora, T. (2017). House on Fire: um caso de arte política e colaborativa. Comunicação E Sociedade, 31, 133-147. https://doi.org/10.17231/comsoc.31(2017).2608
Abstract(s)Neste artigo, a arte política é pensada na confluência de quatro tendências das práticas ar-tísticas na atualidade: a viragem social, a urgência da realidade, o impulso utópico, e as práticas colaborativas. Tal confluência é articulada com o pressuposto de que as práticas de arte política, assim configuradas, estão, pelo menos em parte, a potenciar a transição para um modelo co-laborativo entre cultura artística e cultura científico-social e filosófica. Perspetivada a arte nesta dupla vertente – política e colaborativa –, o artigo focaliza-se numa investigação em progresso sobre a rede de teatros e festivais europeus House on Fire. O material que apoia a investigação é relativo ao período 2012-2015 da ação da rede, sendo composto por planos de atividade e programas. A análise do material qualitativo é ainda suportada por anotações feitas pela investi-gadora na qualidade de espetadora-investigadora. Os objetivos que enquadram o estudo são os seguintes: estabelecer o estatuto de agente de arte política da House on Fire; identificar, na sua programação, os focos temáticos de crítica societal; e elaborar uma tipologia exploratória das várias modalidades de colaboração entre cultura artística e cultura científico-social e filosófica.
In this article, political art is perceived at the confluence of four trends in artistic practices today: the social turn, the reality urgency, the utopian impulse, and the collaborative practices. This confluence is articulated on the assumption that political art practices are, at least to a cer-tain point, enhancing the transition to a collaborative model between artistic culture and social scientific and philosophical culture. Framed by this double perspective on art – political and col-laborative –, this article is drawn from a major study about the House on Fire European network of festivals and theatres. The qualitative data that support this research consists of House on Fire’s activity plans and programmes from 2012 to 2015. The qualitative data was also analysed by resorting to research notes taken by the researcher in the position of spectator. This study is guided by the following aims: to explore the political agency position of House on Fire; to identify the focus of society criticism in the House on Fire’s programmes; and to construct an exploratory typology of collaborative modalities between artistic culture and social-scientific and philosophi-cal culture.
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/65700
DOI10.17231/comsoc.31(2017).2608
ISSN1645-2089
Publisher versionhttps://revistacomsoc.pt/article/view/780
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CICS-UMINHO - Artigos em Revistas Internacionais/Articles in International Journals

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