Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/55986

TitleCan connectivism explain how students learn?
Other titlesPode o conectivismo explicar como os alunos aprendem?
Author(s)AlDahdouh, Alaa Ahmad Mustafa
Advisor(s)Osório, António José
Caires, Susana
Issue date28-May-2018
Abstract(s)This thesis seeks to map and understand the cognitive, social, emotional and motivational aspects involved in the problem-solving processes of the new generation of higher education students while resolving their academic tasks. Adopting a new learning theory called Connectivism – that assumes knowledge structure as a network and learning as a process of finding patterns residing in this network – as the main conceptual framework, the thesis seeks to investigate the applicability of Connectivism’s principles to explain these processes. Starting with a pilot study (with two Portuguese students) to test the feasibility of a specific research method – retroverted think aloud – the empirical part of the study involved, in the main study, a group of nine Palestinian students from Gaza universities. Each of them completed a set of 10 tasks and all the steps of this process were monitored and evaluated by means of recording video of their searching internet activities; writing diary on paper material; copying and pasting online conversations with their friends, teachers, and relatives; and responding to Media and Technology Usage and Attitudes Scale (MTUAS Rosen, Whaling, Carrier, Cheever, & Rokkum, 2013), and the Post- Experiment Questionnaire, an instrument specifically designed for this experiment. The results of the study suggested that Connectivism theory provides a valuable framework for interpreting how the Net Generation of higher education students learn, but it still needs some refinements. For example, Connectivism’s principles didn’t mention clearly the evaluation process of the nodes in the knowledge network as a distinctive and needed skill for learning. According to the results of this thesis, planning, forethought, or decision-making process was not enough to guide students’ learning. The failure in the planning process might lead learners to visit unrelated nodes, but the failure in the evaluation process would make the learners delve into them. In addition, connectivists contended that they aim to help learners creating their own Personal Learning Network (PLN) but the results indicated that the learners are busy and driven by academic tasks and they are not aware of this kind of learning. The first step, as the results suggested, would be to allow students to know about PLN and then help them in building it. Moreover, the principle of Connectivism indicating that the newness is the intent of all connectivist learning activities didn’t reflect the diversity of the participants’ goals. The thesis suggested refining the principle to include other goals such as self-oriented, task-oriented, teacher-oriented, and others-oriented goals. Finally, connectivists assumed that negative emotions encourage students to make new connections. Although the thesis supported this assumption to a certain degree, this did not always hold true. Negative-activating emotions sometimes developed into negative-deactivating emotions which, in turn, developed to failure in the task.
Esta tese procura mapear e compreender os aspetos cognitivos, sociais, emocionais e motivacionais envolvidos nos processos de resolução de problemas, pela nova geração de estudantes de ensino superior, na realização das suas tarefas académicas. Adotando o Conectivismo - uma nova teoria de aprendizagem que assume a estrutura do conhecimento como uma rede e a aprendizagem como um processo de busca de padrões nessa rede - como grelha conceptual de referência, a tese procura investigar a aplicabilidade dos princípios do Conectivismo à explicação desses processos. Começando com um estudo piloto (envolvendo dois estudantes portugueses) para testar a viabilidade de um método de pesquisa específico – a retroversão em voz alta - a parte empírica do estudo envolveu, no estudo principal, um grupo de nove estudantes palestinianos das universidades de Gaza. Cada um deles procedeu à resolução de um conjunto de 10 tarefas, tendo todas as etapas deste processo sido monitorizadas e avaliadas através de gravações vídeo das suas atividades de pesquisa na Internet; dos registos feitos nos seus diários de bordo; nos processos de copy-paste das conversas on-line com os seus amigos, professores e familiares; através das suas respostas ao instrumento Media and Technology Usage and Attitudes Scale (MTUAS Rosen, Whaling, Carrier, Cheever e Rokkum, 2013) e ao Questionário Pós-estudo, este último especificamente desenhado para a componente empírica do presente trabalho. Os resultados do estudo sugerem que o Conectivismo fornece um quadro relevante para interpretar a aprendizagem da nova geração de estudantes do ensino superior, embora ainda precise de alguns refinamentos. Por exemplo, os princípios do Conectivismo não mencionam claramente o processo de avaliação dos nós na rede de conhecimento como uma habilidade distinta e necessária para aprender. De acordo com os resultados desta tese, o planeamento, a previsão ou o processo de tomada de decisão, não são suficientes para orientar a aprendizagem dos alunos. A falha no processo de planeamento pode levar os alunos a visitar nós não relacionados, mas, a falha no processo de avaliação faria os aprendentes mergulharem neles. Além disso, os conectivistas assumem como um dos seus objetivos ajudar os alunos a criar a sua própria rede de aprendizagem pessoal (RAP), mas os resultados indicaram que os alunos estão focados e são conduzidos por tarefas académicas e não estão conscientes deste tipo de aprendizagem. O primeiro passo, como os resultados sugerem, seria permitir aos alunos conhecerem a sua RAP e, depois, ajudá-los a construí-la. Além disso, o princípio do Conectivismo que indica que a novidade é o objetivo de todas as atividades de aprendizagem conectivista não refletiu a diversidade dos objetivos dos participantes. A tese sugere que se refine este princípio de modo a incluir outros objetivos, tais como as metas centradas em si próprio, centradas nas tarefas, as orientadas para professores e para os outros. Finalmente, os conectivistas assumiram que as emoções negativas incentivam os alunos a estabelecer novas conexões. Embora a tese tenha parcialmente apoiado esse pressuposto, este nem sempre é válido. Emoções de ativação negativa nalguns momentos podem dar origem a emoções desativadoras negativas que, por sua vez, dão lugar ao fracasso na tarefa.
TypeDoctoral thesis
DescriptionTese de Doutoramento em Ciências da Educação (Especialidade em Tecnologia Educativa)
URIhttp://hdl.handle.net/1822/55986
AccessRestricted access (UMinho)
Appears in Collections:CIEd - Teses de Doutoramento em Educação / PhD Theses in Education
BUM - Teses de Doutoramento

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