Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/55541

TitleVariação longitudinal da refração periférica
Author(s)Silva, Ana Catarina Peixoto da
Advisor(s)Jorge, Jorge
Queirós, A.
Issue date2017
Abstract(s)A miopia é uma alteração refrativa ocular que está a alcançar níveis pandémicos em alguns países com taxas de prevalência nas populações jovens superiores a 80%. Estas taxas estão sempre a aumentar, concluem artigos científicos, e este aumento não pode ser explicado apenas, como se pensava há alguns anos, que era devido à herança genética, isto indica que existem outros fatores que estão a contribuir em larga escala para o aumento desta ametropia. Este trabalho mostra os resultados de um estudo longitudinal, realizado durante o período de cerca de um ano, e tinha como objetivos analisar se existem alterações refrativas e se essas podem estar correlacionadas com as alterações na refração periférica, determinar se existe diferença entre os sexos relativamente à refração periférica e observar as diferenças que existem entre crianças menores e maiores de quinze anos. A amostra era composta por 25 estudantes, nos quais se realizaram alguns exames, com o efeito de cicloplégico. Os exames realizados foram medidos com o IOL Master e eram para determinar o comprimento axial (CA), e queratometria (Qx). O erro refrativo central e periférico (30°N a 30°T) foi medido com um auto refratómetro de campo aberto. Com este estudo não foi possível mostrar que existem alterações na refração periférica de um ano para o outro por grupos refrativos. Existe uma evolução no sentido da miopia (M=+0,09±2,99D no ano de 2016 e M=-0,04±2,88D no ano de 2017), contudo estes valores não são estatisticamente significativos. Também foi possível perceber que existem diferenças estatisticamente significativas entre o género. O sexo feminino apresenta um erro refrativo mais miópico, M=-0,25±0,29D e o sexo masculino tem um erro refrativo mais hipermetrópico, M=+0,08±0,21D. Quanto à influência da idade nos parâmetros oculares, também houve diferenças estatisticamente significativas no valor do equivalente esférico a 30ᵒN.
Myopia is a refractive modification of the eye that is reaching pandemic levels in some countries, with 80% prevalence in young populations. According to some studies, the prevalence is rising, and genetic inheritance cannot be defined as its single cause. Therefore, there are other factors responsible to the augmentation, in a large scale, of this type of ametropia. This work shows the results of a longitudinal study made during a year, aiming the analysis of possible refractive modifications, and if those can be correlated with changes in peripheral refraction, determine if there is any difference between gender and observe the differences in children under fifteen years and older than 15 fifteen years old. The sample was composed with 25 students, who were submitted to some exams with cycloplegia effect. These exams were measured with IOL Master and were able to determine the axial length (CA) and keratometry (Qx). The central and peripheral refractive errors (30°N to 30°T) were measured with an auto refractometer of open field. This work it was not possible showing that there are modifications in peripheral refraction of a year to another by refractive group. There is na evolution to myopia M=+0,09±2,99 on year of 2016 and M=-0,04±2,88D year of 2017. On one hand, these values are not statistically significant. On the other hand, it was possible to state that gender is a preponderant factor. Female gender showed a more myopic refractive error, M=-0,25±0,29, as male gender a more hyperopic refractive error, M=+0,08±0,21D. Regarding the influence of age on ocular parameters, there were statistically significant differences of 30ᵒN, spherical mean.
TypemasterThesis
DescriptionDissertação de mestrado em Optometria Avançada
URIhttp://hdl.handle.net/1822/55541
AccessopenAccess
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado

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