Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/43532

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dc.contributor.authorVasconcelos, Rosapor
dc.contributor.authorMonteiro, Sílvia Correiapor
dc.contributor.authorPinheiro, Magda Alexandra Oliveirapor
dc.date.accessioned2016-12-19T10:48:38Z-
dc.date.available2016-12-19T10:48:38Z-
dc.date.issued2008-09-
dc.identifier.isbn978-972-8826-20-8-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1822/43532-
dc.description.abstractA melhoria da qualidade no ensino superior, procurando adaptar-se progressivamente às novas exigências e realidades - novas orientações teóricas acerca do ensino e da aprendizagem, aumento da população estudantil e da sua heterogeneidade, novas exigências do mercado de trabalho, etc.-, suscitou um conjunto de mudanças em diversos domínios, nomeadamente, ao nível do ensino, da aprendizagem e da avaliação. Associado às recentes mudanças no ensino superior e stá o processo de Bolonha, que originou uma reestruturação ao nível dos cursos, afectando o formato dos graus de ensino, os conteúdos curriculares e o próprio conceito de ensino e de aprendizagem, surgiram inovadoras metodologias e práticas pedagógicas. A visão tradicional do ensino enquanto meio de transmissão do conhecimento por parte do professor, é substituída pela ideia da aprendizagem activa por parte do aluno, dando ênfase à própria construção do conhecimento por parte deste, sendo igualmente perspectivado como um elemento central no processo de ensino/aprendizagem [Biggs, 2000]. Simultaneamente, surge um aumento da autonomia e da responsabilização do aluno pelo seu percurso educativo, sendo que os resultados académicos dependem em grande parte do seu envolvimento nas tarefas de aprendizagem. Esta nova filosofia interfere necessariamente no próprio conceito de avaliação, uma vez que este apresenta um elevado impacto na aprendizagem, sendo um factor fundamental no currículo educativo [Sambell & McDowell, 1998]. De facto, a literatura na área tem sido consistente relativamente à influência da avaliação na aprendizagem, sendo inclusivamente referida como uma forma de mudar a própria aprendizagem [van Hattum, 2004]. A avaliação tem sido ainda associada à promoção, potenciação e facilitação do desenvolvimento profissional, na medida em que permite colocar questões, recolher informação, compreender e apresentar sugestões [Guerra, 2003]. O trabalho aqui apresentado pretende descrever as mudanças práticas ao nível das metodologias de avaliação decorridas nos cursos de Engenharia da Universidade do Minho, contextualizadas nas adaptações às exigências do Tratado de Bolonha, que realça aspectos como a avaliação contínua e destaca o papel activo do aluno no processo de avaliação, surgindo conceitos como a auto-avaliação e a hetero-avaliação.por
dc.language.isoporpor
dc.publisherINEGIpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleO Processo de Bolonha e as mudanças na avaliação da aprendizagem: uma análise nos cursos de engenharia da Universidade do Minhopor
dc.typeconferencePaperpor
dc.peerreviewedyespor
sdum.publicationstatusinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpor
oaire.citationStartPage1por
oaire.citationEndPage7por
oaire.citationTitle5º Congresso Luso-Moçambicano de Engenharia/ 2º Congresso de Engenharia de Moçambiquepor
dc.subject.fosCiências Sociais::Ciências da Educaçãopor
sdum.conferencePublication5º Congresso Luso-Moçambicano de Engenharia/ 2º Congresso de Engenharia de Moçambiquepor
Appears in Collections:DET/2C2T - Comunicações em congressos internacionais com arbitragem científica

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