Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/18499

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dc.contributor.advisorJorge, Jorge-
dc.contributor.advisorGonzález-Méijome, José Manuel-
dc.contributor.authorPeixoto, Teresa Mafalda Alves Bastos-
dc.date.accessioned2012-04-10T14:08:41Z-
dc.date.available2012-04-10T14:08:41Z-
dc.date.issued2011-
dc.date.submitted2011-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1822/18499-
dc.descriptionDissertação de mestrado em Optometria Avançadapor
dc.description.abstractAtualmente, os consultórios optométricos ou oftalmológicos praticam cada vez mais horários de consultas alargados. Vários estudos publicados verificaram a existência de uma variação diurna nos componentes oculares. Estes dois fatores justificaram a realização deste estudo, que tem como objetivo verificar a existência de uma variação circadiana do erro refrativo e qual ou quais os componentes oculares que mais contribuem para essa variação. As variações diurnas foram analisadas em três períodos diferentes do dia: Manhã (das 9h às 12h), Tarde (das 13h às 16h) e Anoitecer (das 17h às 20h). Neste estudo, verificou-se que apenas a componente astigmática do erro refrativo, J0, e o atraso acomodativo apresentaram uma variação circadiana estatisticamente significativa, mas clinicamente não produziram nenhum impacto no exame refrativo que utiliza as habituais escalas de graduação de 0,25 D entre os seus intervalos. Em relação aos parâmetros oculares, vários apresentaram uma variação diurna estatisticamente significativa mas nenhuma das flutuações produziu uma variação circadiana clinicamente significativa sobre o erro refrativo. Observou-se também, uma correlação negativa entre o atraso acomodativo e o equivalente esférico (M). Conclui-se assim, que a magnitude das flutuações encontradas na componente horizontal do astigmatismo (J0) e no atraso acomodativo podem explicar a presença de determinada sintomatologia (cansaço ocular ou stress visual) apresentada ao final do dia.por
dc.description.abstractToday, optometrists and ophthalmologists have a wider consultation time. Several published studies have verified the existence of a diurnal variation on various components of the eye. These two factors justify the need of this study, which aims are verify the existence of a circadian variation on refractive error and what(s) component(s) of the eye(s) that contribute most to this variation. The diurnal variations were analyzed in three different periods of the day: Morning (9am to 12pm), Afternoon (1pm to 4pm) and Dusk (5pm to 8pm). In this study, only the astigmatic component of refractive error, J0, and accommodative lag showed a significant statistically circadian variation but in clinically it has no impact on refractive examination with the usual scale of 0.25 D between their ranges. Several ocular parameters showed a diurnal variation but these fluctuations do not produce a clinically significant change on refractive error. There was a negative correlation between accommodative lag and spherical equivalent refraction (M). The fluctuations found in horizontal component of astigmatism (J0) and accommodative lag may explain the presence of certain symptoms (eyestrain or visual stress) present at the end of the day.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.titleAvaliação da variação circadiana do erro refrativopor
dc.typemasterThesispor
dc.subject.udc617.753por
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado
CDF - OCV - Dissertações de Mestrado/Master Thesis

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