Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/1822/8561

TítuloRacionalidades organizacionais e relações de poder na escola pública portuguesa : construindo uma gestão mais democrática
Autor(es)Rocha, Maria Custódia Jorge da
Palavras-chaveEducação
Racionalidade(s)
Poder(es)
Gestão
Data2007
EditoraUniversidade Estadual Paulista. Faculdade de Filosofia e Ciências
Citação“Educação em revista”. ISSN 1518-7926. 8 (2007).
Resumo(s)Neste artigo, apresentam-se algumas perspectivas teórico-conceptuais que focam diversas racionalidades organizacionais e relações de poder na gestão das organizações educativas e, simultaneamente, faz-se a convocação de uma base importante de documentos de uma escola (aqui denominada escola XXY) onde se desenvolveu um “estudo de caso”. Dão um contributo importante a esta análise crítica dos discursos organizacionais todos aqueles discursos que resultam de intervenções públicas feitas por alguns docentes e gestores da escola; aqueles que foram escritos pelos actores alvos de investigação: comentários e testemunhos; aqueles que resultam dos depoimentos que nos foram cedidos por professores e professoras da escola; aqueles que resultam de momentos de face a face; aqueles que por nós foram construídos a partir de uma observação directa e simultânea transcrição dos discursos produzidos em contexto de acção; aqueles que constam em actas do conselho executivo, em notícias de jornais, entre outros. É a análise crítica de todos estes discursos organizacionais que nos permite defender que no quotidiano da escola pública existem um sem número de racionalidades e de relações de poderes em que as mulheres e os homens se vêem envoltos e que, pela sua complexidade, não são passíveis de tipificação. Todavia, estas relações complexas permitem repensar a compreensão das organizações em termos de poder: o poder não se possui, carece de essência, é relação, não é unidireccional (quando o é trata-se de dominação), a estrutura piramidal só serve para o entender mas trata-se de uma pirâmide difusa, móvel, mutante. Não há pois possuidores do poder, mas sim mulheres e homens que o actualizam dentro das incertezas e ambiguidades da denominada gestão (democrática) das escolas.
Tipoarticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/8561
ISSN1518-7926
Arbitragem científicayes
AcessoopenAccess
Aparece nas coleções:CIEd - Artigos em revistas científicas internacionais com arbitragem

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
Racionalidades Organizacionais e Relações de Poder na Escola Pública Portuguesa.pdf242,12 kBAdobe PDFVer/Abrir
Resumo 1.pdf56,3 kBAdobe PDFVer/Abrir

Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterPartilhe no DeliciousPartilhe no LinkedInPartilhe no DiggAdicionar ao Google BookmarksPartilhe no MySpacePartilhe no Orkut
Exporte no formato BibTex mendeley Exporte no formato Endnote Adicione ao seu Currículo DeGóis