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TitleRole of central obesity in risk stratification after an acute coronary event: Does central obesity add prognostic value to the Global Registry of Acute Coronary Events (GRACE) risk score in patients with acute coronary syndrome?
Author(s)Martins, Albino
Ribeiro, Sílvia
Gonçalves, Jean Pierre
Correia, Adelino
KeywordsAbdominal obesity
Risk assessment
GRACE risk score
Acute coronary syndrome
Obesidade abdominal
Avaliação do risco
Score de risco GRACE
Síndroma coronária aguda
Acute coronary
syndrome
Issue date2013
PublisherElsevier España
JournalRevista Portuguesa de Cardiologia
CitationMartins, A., Ribeiro, S., Gonçalves, P., & Correia, A. (2013). Role of central obesity in risk stratification after an acute coronary event: Does central obesity add prognostic value to the Global Registry of Acute Coronary Events (GRACE) risk score in patients with acute coronary syndrome?. Revista Portuguesa de Cardiologia (English Edition), 32(10), 769-776.
Abstract(s)Background Accurate risk stratification is an important step in the initial management of acute coronary syndrome (ACS), and current guidelines recommend the use of risk scores, such as the Global Registry of Acute Coronary Events risk score (GRACE RS). Recent studies have suggested that abdominal obesity is associated with cardiovascular events in patients with ACS. However, little is known about the additional value of abdominal obesity beyond risk scores. The aim of our study was thus to assess whether waist circumference, a surrogate of abdominal adiposity, adds prognostic information to the GRACE RS. Methods This was a retrospective cohort study of ACS patients admitted consecutively to a cardiac care unit between June 2009 and July 2010. The composite of all-cause mortality or myocardial reinfarction within six months of index hospitalization was used as the endpoint for the analysis. Results A total of 285 patients were studied, 96.1% admitted for myocardial infarction (with or without ST elevation) and 3.9% for unstable angina. At the end of the follow-up period, 10 patients had died and the composite endpoint had been reached in 27 patients (9.5%). More than 70% of the study population were obese or overweight, and abdominal obesity was present in 44.6%. The GRACE RS showed poor predictive accuracy (area under the curve 0.60), and most of the GRACE variables did not reach statistical significance in multivariate analysis. The addition of waist circumference to the GRACE RS did not improve its discriminatory performance. Conclusion Abdominal obesity does not add prognostic information to the GRACE RS to predict six-month mortality or myocardial reinfarction
Introdução A estratificação do risco é um aspeto fundamental da abordagem inicial em doentes com síndrome coronária aguda (SCA) e atualmente as normas de orientação clínica recomendam o uso de modelos de risco, como o Global Registry of Acute Coronary Events Risk Score (GRACE-RS). Estudos recentes sugerem que a obesidade abdominal está associada com eventos cardiovasculares em doentes com ACS. Contudo, pouco é conhecido sobre valor adicional da obesidade abdominal comparativamente com um modelo de risco. Consequentemente, o objetivo do estudo foi avaliar se o perímetro abdominal, um marcador da adiposidade abdominal, acrescenta informação ao GRACE-RS. Métodos Estudo de coorte retrospetivo de doentes admitidos de forma consecutiva com SCA num hospital português, entre junho de 2009 e julho de 2010. A ocorrência de morte ou re-enfarte do miocárdio no período de seis meses foi utilizada como endpoint. Resultados Foram estudados 285 doentes, 96,1% com enfarte do miocárdio (com ou sem elevação do segmento-ST) e 3,9% com angina instável. No final do follow-up, 10 doentes morreram e o endpoint foi atingido em 27 (9,5%) dos doentes. Mais de 70% da população era obesa ou apresentava excesso de peso, e 44,6% apresentavam obesidade abdominal. O GRACE-RS apresentou um baixo poder discriminatório (AUC = 0,60), sendo que na análise multivariada a maioria das variáveis GRACE não atingiu a significância estatística. A introdução do perímetro abdominal no GRACE-RS não melhorou o seu poder discriminatório. Conclusão A medição da obesidade abdominal não acrescenta informação prognóstica ao GRACE-RS preditor da morte ou re-enfarte aos seis meses de seguimento clínico
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/62181
DOI10.1016/j.repc.2012.12.019
ISSN0870-2551
e-ISSN2174-2030
Publisher versionhttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2174204913002286
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:ICVS - Artigos em revistas internacionais / Papers in international journals

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