Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/59905

TitleA água como vestígio no reconhecimento de Braga como palimpsesto
Author(s)Lisboa, Elsa Catarina da Silva
Advisor(s)Silva, Cidália Ferreira
KeywordsTerritório
Palimpsesto
Água
Vestígio
Braga
Papiro
Sete Fontes
Texto
Territory
Palimpsest
Water
Vestige
Papyrus
Issue date2019
Abstract(s)Esta investigação procura implementar a leitura em espessura por forma a facilitar a interpretação do território contemporâneo de Braga. Aplica-se um processo de reconhecimento que concede uma dimensão suplementar prática à leitura do território como palimpsesto, onde se começa por raspar para reconhecer. A definição de palimpsesto tornase numa ferramenta importante para a integração dos elementos de análise no processo de reconhecimento do território. O palimpsesto é visto como processo, água como vestígio, Braga como papiro e Sete Fontes como texto. O vestígio está intimamente ligado à história humana e às qualidades seculares do território. O papiro contém um património profundamente ligado aos recursos hídricos que evoca a utilização da água através do tempo. O texto constitui o fio condutor que interliga as diferentes camadas da história da água na cidade. Raspa-se a espessura até à camada que detém o vestígio na sua génese, iniciando um processo de reconhecimento a partir do momento em que se escreve o primeiro texto sobre o vestígio. Introduz-se uma narrativa que culmina no reconhecimento da camada onde foi escrita a última versão desse mesmo texto, que contém a última memória do vestígio na cidade, antes de ser desconstruído pelo tempo seguinte. Assim se reconhece o território de Braga. Um papiro que descreve o vestígio que percorre sob o texto e relata a história de uma rua, uma praça e uma cidade.
This research seeks to implement the reading in thickness in order to support the interpretation of the contemporary territory of Braga. A recognition process is applied which gives an additional practical dimension to the reading of the territory as palimpsest, where it begins by scraping to recognize. The definition of palimpsest becomes an important tool for the integration of the analysis elements in the recognition process of the territory. The palimpsest is seen as process, water as vestige, Braga as papyrus and Sete Fontes as text. The vestige is closely connected to human history and secular qualities of the territory. The papyrus contains a patrimony deeply connected to water resources that evokes the use of water over time. The text constitutes the guiding thread that interconnects the different layers of water history in the city. The thickness is scraped to the layer that holds the vestige in its genesis, initiating a recognition process from the moment which is written the first text on the vestige. Is introduced a narrative that culminates in the recognition of the layer where was written the last version of this text, which contains the last memory of the vestige in the city, before being deconstructed by the following time. Thus, is recognized the territory of Braga. A papyrus that describes the vestige that goes through under the text and tells the story of a street, a square and a city.
TypeMaster thesis
DescriptionDissertação de mestrado integrado em Arquitectura (área de especialização em Conhecimento: Cidade e Território)
URIhttp://hdl.handle.net/1822/59905
AccessEmbargoed access (3 Years)
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado Integrado

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