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TitleQualidade das relações significativas da mulher
Author(s)Figueiredo, Bárbara
Pacheco, Alexandra P.
Costa, Raquel A.
Magarinho, Rute
KeywordsGravidez
Gravidez na adolescência
Qualidade dos relacionamentos significativos
Issue date2006
PublisherUniversidade do Minho. Instituto de Educação e Psicologia (IEP)
JournalPsicologia : Teoria, investigação e prática
Citation“Psicologia : Teoria, Investigação e Prática”. ISSN 0873-4976. 1:1 (2006) 3-25.
Abstract(s)O estudo apresentado neste artigo destina-se a investigar a qualidade do relacionamento da mulher com pessoas significativas durante a gravidez. Mais precisamente tem por objectivos (1) descrever e comparar a qualidade do relacionamento com o companheiro e com uma outra pessoa significativa e (2) encontrar as características sociais e demográficas e as condições anteriores de existência que se associam à presença de melhores/piores relações com o companheiro e com uma outra pessoa significativa, na gravidez. Uma amostra de 130 participantes (66 adolescentes e 64 adultas) foi avaliada no último trimestre de gestação quanto à qualidade do relacionamento e do apoio por parte do companheiro e de uma outra pessoa significativa (com base no “Self-Evaluation and Social Support”, SESS, Brown, Bifulco, Veiel, & Andrews, 1990; Bifulco, Figueiredo, Guedeney, Gorman, Hays, et al., 2004). A amostra foi recolhida na Maternidade Júlio Dinis (Porto) e é bastante heterogénea do ponto de vista social e demográfico, em características como: a idade, o nível educacional, o estado civil, o estatuto ocupacional e o tipo de agregado familiar, embora seja constituída fundamentalmente por grávidas primíparas (70.8%). Os resultados mostram que a maioria das grávidas tem um relacionamento classificado como ‘médio’, quer com o companheiro (65.6%) quer com a outra pessoa significativa (69.0%) (em 56.6% dos casos a sua própria mãe). Mostram também a presença de diferenças significativas entre o relacionamento com o companheiro e com a outra pessoa significativa: mais actividades partilhadas no relacionamento com o companheiro, mas mais suporte emocional, mais interacção positiva e menos interacção negativa na relação com a outra pessoa significativa. No global, verifica-se que a relação é mais discordante com o companheiro do que com a outra pessoa significativa. Os resultados mostram ainda que, um pior relacionamento com o companheiro pode ser previsto no caso de a grávida ter maior idade e não viver com o companheiro; enquanto que um relacionamento do tipo discordante com o companheiro pode ser previsto no caso de separação ou divórcio parental dos pais durante a infância/adolescência da grávida. Com a outra pessoa significativa, um relacionamento apático associa-se preferencialmente à maior idade materna. O estudo permite concluir que, na gravidez, o relacionamento com o companheiro não é tão positivo quanto o relacionamento com a outra pessoa significativa. Permite igualmente concluir que a maior idade, o facto de ser solteira, a multiparidade, assim como as condições desfavoráveis de existência durante a infância ou adolescência da grávida colocam-na em risco de dificuldades relacionais ou para obter o apoio que necessita por parte do companheiro ou de outras pessoas significativas na transição para a parentalidade.
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/5698
ISSN0873-4976
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CIPsi - Artigos (Papers)

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