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dc.contributor.authorCardoso, Paulo Alexandre e Castropor
dc.date.accessioned2018-09-13T14:41:57Z-
dc.date.issued2018-04-18-
dc.date.submitted2016-06-08-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1822/55856-
dc.descriptionTese de Doutoramento em Filosofia (Especialidade em Filosofia da Mente)por
dc.description.abstractEsta dissertação examina o Homo Intimus e a característica mais fundamental que o define, a Intimidade. Para tal, procedeu-se a uma análise rigorosa a partir de duas áreas, a filosofia (da mente) e a cultura contemporânea, procurando assim solucionar algumas das questões mais duras da filosofia e alertar para os perigos da sociedade hipermoderna. Deve sublinhar-se em filosofia, porque de facto o tema nunca havia sido tratado nesta disciplina. O tema da intimidade não tinha ainda sido sujeito a uma investigação profunda. O conceito de intimidade surgiu enquanto potência de relação e estrutura metafísica responsável pela vida mental do Homo Intimus. Este último conceito (e neologismo) foi elaborado para responder ao coração da ciência da intimidade (um outro neologismo): a Intimalogia. Uma das formas de se aperceber o fenómeno da intimidade na vida mental do Homo Intimus é através da vivência do enamoramento (a paixão e o amor) ou do simples cumprimento (saudação) quotidiano, em que cada sujeito pode experienciar ao longo da sua vida, e que põe a descoberto a ligação íntima entre homem e vida. Se, por um lado, o homem se descobre como Homo Intimus, o que revela a sua humanidade na alteridade, por outro lado, a urgência dos tempos contemporâneos em que vive faz perigar a sua intimidade (pense-se em fenómenos como o controlo e a vigilância, a discreta “manipulação” dos tempos e ritmos percetivos, aquilo que se denomina como “neurose moderna”). Segundo esta linha pensamento, tudo na estrutura do mundo humano – da política à economia –, gira em torno da intimidade, o que, devido à modernização e tecnologização em que a moderna sociedade global se erigiu, acabou por se tornar numa ameaça à vivência plena da intimidade, dada a alienação generalizada em que se vive. Neste seguimento, cumpre estabelecer um outro objetivo, a saber, se estaremos a viver a era do fim da intimidade. Tal hipótese coloca-se devido ao paradoxo entre as condições de vida e a vivência da interioridade do homem: nunca o homem atingiu um tal grau de intimidade e nunca esteve tão ameaçado de a perder. Esta tese foi ainda enriquecida com uma reflexão de natureza metodológica.por
dc.description.abstractThis dissertation examines Homo Intimus and the most fundamental characteristic that defines it, Intimacy. For this, a rigorous analysis was made from two areas, philosophy (of mind) and contemporary culture, seeking to solve some of the harshest questions of philosophy and to alert to the dangers of hypermodern society. It should be emphasized in philosophy, because in fact the subject had never been treated in this discipline. The subject of intimacy had not yet been subjected to a deep investigation. The concept of intimacy emerged as a relationship power and as metaphysical structure responsible for the mental life of Homo Intimus. This last concept (and neologism) was designed to respond to the heart of the science of intimacy (another neologism): Intimalogy. One of the ways to perceive the phenomenon of intimacy in the mental life of Homo Intimus is through the experience falling in love of (the passion and the love) or the simple daily greeting (salutation) in which each subject can experience throughout his life, and that exposes the connection Intimate relationship between man and life. If, on the one hand, man discovers himself as Homo Intimus, which reveals his humanity in otherness, on the other hand, the urgency of contemporary times in which he lives endangers their intimacy (think in phenomena such as control and surveillance, or the discreet “handling” of the times and perceptive rhythms, or to what are called “modern neurosis”). According to this thought line, all in the structure of the human world – from politics to economics – goes around intimacy, which, due to modernization and technologization in the modern global society is set up and eventually became a threat to the experience of full intimacy, given the widespread alienation in which we live in. In this connection, it must establish another purpose, namely, whether we are living in the era of the end of intimacy. This hypothesis arises because of the paradox between the living and the experience of human interiority: man never reached such a degree of intimacy and has never been in danger of losing it. This thesis was further enriched by a methodological reflection.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsembargoedAccess (3 Years)por
dc.subjectHomo Intimuspor
dc.subjectIntimidadepor
dc.subjectNeurofilosofiapor
dc.subjectCultura Contemporâneapor
dc.subjectMentepor
dc.subjectIntimacypor
dc.subjectNeurophilosophypor
dc.subjectContemporary Culturepor
dc.subjectMindpor
dc.titleHomo Intimus. Neurofilosofia e cultura contemporâneapor
dc.title.alternativeHomo Intimus. Neurophilosophy and contemporary culturepor
dc.typedoctoralThesiseng
dc.date.embargo2021-04-18-
dc.identifier.tid101394411por
thesis.degree.grantorUniversidade do Minhopor
sdum.uoeiInstituto de Letras e Ciências Humanaspor
Appears in Collections:BUM - Teses de Doutoramento
CEHUM - Teses de Doutoramento
ILCH - Teses de doutoramento

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