Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/55516

TitlePráticas e vozes para o sucesso escolar: barreiras, expectativas e compromissos, a equação instável
Author(s)Antunes, Fátima
Lúcio, Joana Catarina Dias
Issue date2-Jul-2018
Abstract(s)O projeto EDUPLACES propõe-se contribuir para a compreensão de fatores que sustentam a inversão da espiral negativa do insucesso e abandono escolares. Os objetivos deste projeto alinham-se com alguns dos grandes desafios científicos e societais elencados na Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável, em especial o objetivo (4) de garantir o acesso a uma educação inclusiva, de qualidade e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos. Procura-se mapear os pontos de vista de atores envolvidos em práticas socioeducativas orientadas para a superação do insucesso e abandono escolares: responsáveis institucionais, profissionais, famílias, crianças/jovens e comunidade. Estes atores identificam e caracterizam estas práticas, contribuindo para a compreensão dos processos, lógicas e parcerias que as sustentam. A base empírica desta investigação é um estudo multi-caso de onze práticas socioeducativas, integradas em dois programas de intervenção de âmbito nacional, e desenvolvidas em quatro municípios portugueses. O primeiro ano do projeto (2016/2017) assentou numa análise documental/estatística e em entrevistas semi-diretivas com os responsáveis por estas práticas. Estes resultados permitiram definir e caracterizar um Portefólio de práticas, e o estabelecimento de quatro tipos de práticas: Agrupamento de Alunos, Apoio ao Estudo, Diferenciação Pedagógica e Mediação. No atual segundo ano do projeto (2017/2018), a análise de cada caso é ampliada com base na recolha de informação sobre perspetivas e experiências (vozes), e assenta na realização de grupos focais, entrevistas individuais e coletivas, inquéritos por questionário e observação. Duas questões emergentes do primeiro ano de investigação informam em larga medida a abordagem do segundo ano, procurando-se auscultar perspetivas e experiências dos vários atores quanto 1. ao acesso ao conhecimento e 2. às expectativas, necessidades e problemas a que estas práticas procuram responder. A análise (ainda em curso) permite já perceber que a gestão destas dimensões se faz de alguns (des)equilíbrios, numa articulação complexa, que não é linear, entre os direitos das crianças e jovens envolvidos nas práticas socioeducativas, as necessidades das instituições e dos profissionais, e a agenda política.
TypeOral presentation
URIhttp://hdl.handle.net/1822/55516
Peer-Reviewedno
AccessOpen access
Appears in Collections:CIEd - Comunicações em eventos científicos internacionais

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