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TitleGeoquímica de minerais portadores de urânio da mina de Picoto, Centro de Portugal
Other titlesGeochemistry of uranium-bearing minerals from the Picoto mine, Central Portugal
Author(s)Teixeira, R. J. S.
Antunes, Isabel Margarida Horta Ribeiro
Neiva, A. M. R.
Santos, A. C. T.
KeywordsMetatorbernite
Uranófano
Urânio
Adsorção
Portugal
Metatorbernite
Uranophane
Uranium
Adsorption
Issue date25-Mar-2018
PublisherUniversidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD)
Abstract(s)A mina de urânio de Picoto localiza-se nas imediações de Vilar Seco (Viseu, Centro de Portugal). A mineralização ocorre principalmente num sistema de filões de quartzo leitoso e fumado, brechóide, que preenche fraturas e falhas com direção N37º-45ºE e N50º-70ºE e, mais raramente, N5º-20ºE, cortando um granito varisco de grão médio a grosseiro, porfiroide, biotítico>moscovítico. Este sistema de filões é mineralizado com metatorbernite e uranófano, mas também contém outros minerais portadores de urânio, como a moscovite, clorite e hidróxidos de Fe, de Fe e Ti e de Mn. Nas áreas adjacentes às fraturas e falhas, o granito foi afetado por processos de alteração hidrotermal, sofrendo um intenso metasomatismo alcalino, lixiviação de quartzo e importantes transformações na mineralogia primária, sendo designado de episienito. No episienito, a microclina apresenta-se turva e fortemente enrubescida devido à presença de pequenas inclusões de óxidos e hidróxidos de Fe ao longo de microfraturas e poros. O granito também se encontra meteorizado, com evidências de caulinização do feldspato e oxidação da biotite. Em ambas as rochas alteradas ocorre, de forma disseminada em microfraturas e espaços intergranulares, metatorbernite, de idêntica composição, e hidróxidos de Fe. A metatorbernite dos filões de quartzo é mais rica em arsénio (atingindo 0,41% de As2O5) do que a metatorbernite do episenito e do granito meteorizado.
The Picoto uranium mine area is located close to Vilar Seco village (Viseu, central Portugal). The mineralization occurs mainly in a brecciated, milky and smoky quartz vein system, filling N37º-45ºE and rarely, N5º-20ºE trending fractures and faults, which intersect a Variscan medium- to coarse-grained porphyritic biotite>muscovite granite. The quartz vein system is mineralized with metatorbernite and uranophane, and some other U-bearing minerals, such as muscovite, chlorite and Fe-, Ti and Fe- and Mn-hydroxides. Adjacent to those trending fractures and faults, there are reddish altered rocks, commonly known as “episyenites”, which resulted from hydrothermal alteration processes, involving alkali metasomatism, quartz dissolution and transformation of primary minerals. In the episyenites, the microcline is very turbid and heavily stained due to the presence of very fine-grained dispersed Fe-oxides and hydroxides. The granite is also meteoric weathered, showing strong evidences of feldspar kaolinization and biotite oxidation. In both altered rocks, there are disseminated metatorbernite, of similar chemical composition, and Fe-hydroxides filling along microfractures and spaces between grain boundaries. The metatorbernite from quartz veins is richer in arsenic (reaching 0,41 wt % de As₂O₅) than that from the episyenite and meteoric weathered granite.
TypeConference paper
URIhttp://hdl.handle.net/1822/54080
ISBN978-989-704-269-0
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CCT - Comunicações/Communications

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