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TítuloRegresso às origens: a importância do indivíduo na criatividade nas organizações
Outro(s) título(s)Back to the past: the individual and its role in creativity in organisations
Autor(es)Gomes, Jorge Filipe da Silva
Rodrigues, Ana Filipa
Veloso, Ana
Palavras-chaveCriatividade
Indivíduo
Contexto
Interacionismo psico-social
Data2016
EditoraAssociação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Administração
RevistaRevista de Administração Contemporânea
CitaçãoJorge Gomes; Rodrigues, A.F.; Veloso, Ana. "REGRESSO ÀS ORIGENS: A IMPORTÂNCIA DO INDIVÍDUO NA CRIATIVIDADE NAS ORGANIZAÇÕES", Revista de Administração Contemporânea, 20, 5, 568-589, 2016.
Resumo(s)O objetivo deste texto é realçar o papel do indivíduo na criatividade nas organizações. Esse papel tem sido estranhamente remetido para um plano secundário, à medida que as modernas visões da criatividade a definem, sobretudo, com relação ao contexto em que ocorre. De fato, na perspectiva atual, a criatividade não pode ser entendida sem se considerarem os contextos funcional, relacional e organizacional nos quais está inserido o trabalhador. Tais são as considerações da maior parte dos autores que escreve sobre o tópico, como sejam Amabile (1996), Csikszentmihalyi (1996), ou, mais recentemente, Glăveanu (2010a, 2010b). Essa corrente dominante, com origem no interacionismo psico-social, tem ainda influenciado o desenvolvimento teórico de outros conceitos em psicologia, sociologia, e, na sequência, nas ciências sociais e humanas, e na gestão. Essa supremacia no que concerne a criatividade, tem conduzido os autores a olvidar o papel do indivíduo no processo e no resultado criativos, chegando a retirar-lhe a responsabilidade e o protagonismo pela geração e produção de ideias. Desse modo, no presente texto, recuperam-se os argumentos em favor da centralidade da pessoa na criatividade, defendendo-se que esta tem uma existência isolada de influências externas, e que, como tal, devem relembrar-se as bases individuais da criatividade
The goal of the current text is to highlight the role of the individual in creativity in organisations. This role has been strangely disregarded in recent years, as modern accounts of creativity have been emphasising the idea that creativity is only defined in context. This main stream argues that creativity is a process that essentially occurs within a functional, relational, and organisational context in which workers are inserted. Key authors defending such a position include the likes of Amabile (1996), Csikszentmihalyi (1996), and, more recently, Glăveanu (2010a, 2010b). This is a vision rooted in the psychosocial interactionist perspective, which has also had a considerable impact in other areas in psychology, sociology, management and other social and human sciences. This supremacy, with regards to creativity, has led many to forget the role of the individual person in the creative process and output, removing their responsibility and protagonism for generating and producing ideas. Hence, the current text intends to bring back to discussion the individual bases of creativity, that people can have an existence isolated from external influences, further defending that the concept can and should be defined out of context, rather than in context
Tipoarticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/52310
DOI10.1590/1982-7849rac2016150096
ISSN1415-6555
e-ISSN1982-7849
Versão da editorahttp://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-65552016000500568&script=sci_abstract&tlng=pt
Arbitragem científicayes
AcessoopenAccess
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