Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/50005

TitleA dinâmica social da pose: as transformações culturais das figurações de corpo na fotografia
Author(s)Lins, Alene
Oliveira, Madalena
Santos, Luís António
KeywordsPose
Imagem corporal social
Retrato
Poder
Selfie
Issue date2018
PublisherAssociação Portuguesa de Ciências da Comunicação (SOPCOM)
JournalRevista Portuguesa de História da Comunicação
Abstract(s)A pose, essa composição fictícia do corpo e do sujeito diante de uma objetiva, passou por diversas transformações culturais desde a invenção da fotografia. Este artigo faz uma breve retrospetiva histórica da pose e relaciona as principais alterações tecnológicas que determinaram transformações culturais nas figurações de corpo, nos quase 180 anos de história da fotografia. Desde a necessidade imperativa da pose, frente aos poucos recursos tecnológicos nos primórdios, sua ascensão por meio de uma lente de quatro objetivas do cartes-de-visite, a demarcação de uma narrativa na fotografia social, o surgimento dos novos catálogos de pose com a chegada do equipamento digital, até o surgimento da selfie. Esta, a mais nova e imperiosa figuração de corpo, nada mais é do que a democratização do autorretrato, onde quem posa é também o operador do equipamento e procura controlar a sua própria pose em todos os níveis complexos de significados. Sempre relacionada com o poder e a imagem corporal social do retratado, a pose, neste contexto, é forma de comunicação e de significação que tem inscritas as marcas do tempo.
The pose, that fictional composition of the body and of the person before a photography lens, has undergone into diverse cultural transformations since the invention of photography. This article gives a brief historical retrospective of the pose and relates the main technological changes that determined cultural transformations in body figurations in the almost 180 years of photography history. From the imperative necessity of the pose, with the few technological resources in the beginning, its rise through four lens of cartes-de-visite, the demarcation of a narrative in social photography, and the new catalogues of poses with the invention of digital equipment, until the emergence of the selfie. This, the newest and the most imperative body figuration, is the democratization of self-portrait, where the person who is posing is also the operator of the equipment and he seeks to control its own pose at all complex levels of meanings. Always related to the power and social body image of the portrayed, the pose, in this context, is a form of communication and of meaning which has inscribed the marks of time.
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/50005
ISSN2183-9506
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CECS - Artigos em revistas nacionais / Articles in national journals

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