Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/49630

TitleA estrutura de capital das PME’s: evidência empírica para a indústria transformadora portuguesa
Other titlesCapital structure of SMEs: empirical evidence for the portuguese manufacturing industry
Author(s)Canossa, Andreia Rodrigues
Advisor(s)Thompson, Maria
Martins, Maria Lurdes Castro
KeywordsPME’s
Indústria transformadora
Portugal
Endividamento
SMEs
Manufacturing industry
Indebtedness
Issue date2017
Abstract(s)As pequenas e médias empresas (PME’s) são unidades empresariais que desempenham uma crescente importância no tecido empresarial em diversas economias, não sendo exceção na economia portuguesa. Este estudo tem como principal objetivo verificar quais os fatores explicativos do endividamento nas PME’s da Indústria Transformadora Portuguesa, para o período temporal 2012-2015, bem como analisar se algumas das teorias da estrutura de capital se adaptam à realidade destas empresas e averiguar se a especificidade de cada setor de atividade condiciona a estrutura de capital. O trabalho empírico incidiu sobre 31.067 pequenas e médias empresas portuguesas da indústria transformadora e seguiu-se a metodologia usada em Gama (2000) para obter evidência sobre os determinantes explicativos do endividamento neste tipo de empresas. Os resultados empíricos relativos à importância da dimensão da empresa, do valor de garantia do ativo e da rendibilidade reforçam os resultados anteriormente publicados na literatura sobre o endividamento das PME’s, que apontam para um aumento do endividamento para empresas de maior dimensão e com um maior valor de garantia do ativo e para um menor endividamento das empresas mais rentáveis. Pelo contrário, os resultados obtidos no presente estudo não seguem a literatura ao indicar que o endividamento das PME’s aumentará quando aumentarem os outros benefícios fiscais ou quando aumentar o risco de negócio. Estas empresas parecem aproximar-se do comportamento sugerido pela Teoria Pecking Order, preferindo financiar-se junto de fundos internos face ao endividamento, resultado suportado pelo valor estimado para o coeficiente da variável rendibilidade. A Teoria de Agência também parece estar presente nos resultados obtidos neste estudo, para as variáveis dimensão e proporção de ativos, as empresas de maior dimensão e com maior valor de ativos conseguem mais facilmente recorrer ao endividamento e surge aqui a possibilidade de conflitos de interesse entre proprietários e credores. Por último, as empresas escolhem o nível de endividamento tendo em conta os benefícios e os custos associados ao mesmo, desta forma seguem a Teoria do Trade- Off.
Small medium enterprises (SMEs) are business units of increasing importance to business in several economies, not being an exception for the portuguese economy. The main goal of this paper is to verify the explanatory factors of indebtedness in the SMEs of the portuguese manufacturing industry, for the period 2012-2015, as well as to analyze if some of the theories of capital structure adapt to the reality of these companies and to investigate if the specificity of each sector of activity conditions the capital structure. The empirical study focuses on 31.067 portuguese SMEs of manufacturing industry and it followed the methodology used in Gama (2000) to obtain evidence on the explanatory determinants of indebtedness in this type of enterprises. The empirical results related to the importance of the size of the company, the collateral value of the asset and the profitability reinforce the results previously published in the literature on the indebtedness of SMEs, which point to an increase in indebtedness for larger enterprises with a higher collateral value of the asset and for a lower indebtedness of the most profitable enterprises. On the other hand, the results obtained in the present study do not follow the literature, indicating that the indebtedness of the SMEs will increase when the others non-debt tax shields or when the business risk increases. These companies seem to be close to the behavior suggested by the Pecking Order Theory, they will prefer internal funds opposed to indebtedness, a result supported by the estimated value for the coefficient of the variable profitability. The Agency Theory also seems to be present in the results obtained in this study, for the variables size and proportion of assets, larger companies and with higher asset value are can more easily access to indebtedness and there is the possibility of conflicts of interest between owners and creditors. Lastly, the companies choose the level of indebtedness taking into account the benefits and the costs associated with it, this way they follow the Trade-Off Theory.
TypeMaster thesis
DescriptionDissertação de mestrado em Economia Monetária, Bancária e Financeira
URIhttp://hdl.handle.net/1822/49630
AccessRestricted access (UMinho)
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado
EEG - Dissertações de Mestrado

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Andreia Rodrigues Canossa.pdf
  Restricted access
1,2 MBAdobe PDFView/Open

Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterPartilhe no DeliciousPartilhe no LinkedInPartilhe no DiggAdicionar ao Google BookmarksPartilhe no MySpacePartilhe no Orkut
Exporte no formato BibTex mendeley Exporte no formato Endnote Adicione ao seu ORCID