Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/47767

TitleAprès le Traité de Lisbonne: Quel avenir? Quelle Europe?
Other titlesApós o Tratado de Lisboa: Que futuro? Que Europa?
After the Lisbon Treaty: What future? What Europe?
Author(s)Rocha, Acílio da Silva Estanqueiro
KeywordsUnião Europeia
Tratado de Lisboa
Intergovernamentalismo
Federalismo
Issue date2010
CitationAprès le Traité de Lisbonne: Quel avenir? Quelle Europe?”, in Yuriy M. Pochta, Maria. M. Mchedlova (eds.), Vectors of the Post-Crisis World: New Models of Public Policy. Moscow: Peoples’s Friendship University of Russia, 2010, pp. 144-149 [texte en français et en russe].
Abstract(s)Le traité de Lisbonne est entré en vigueur le 1er décembre 2009, au terme d'âpres négociations et dans le sillage du "Traité Constitutionnel"; cependant, il s’agit d’un traité, pas d’une constitution. Le Traité détaille et renforce les valeurs et les objectifs sur lesquels repose l'Union. S'il est une question récurrente dans les débats sur l'Union Européenne, c'est celle de sa nature. La nouveauté radicale de cette structure n'a cessé de susciter des interrogations et des tentatives de définition. Mais il est impossible d'y apporter une réponse définitive dans la mesure où la construction de l'UE n'est pas achevée. Le caractère évolutif de l'UE amène donc les analystes à se concentrer davantage sur la nature de la dynamique qui la meut. Les hypothèses oscillent entre deux alternatives, l'une intergouvernementale dans laquelle l'UE deviendrait un moyen pour les États-membres de renforcer leur coopération, tout en conservant leur pleine souveraineté, l’autre supranationale dans laquelle l'UE serait au contraire vouée à supplanter les Etats-nations en devenant une véritable fédération.
O Tratado de Lisboa entrou em vigor em 1 de Dezembro de 2009, após difíceis e árduas negociações, e na sequência do "Tratado Constitucional"; no entanto, é um tratado, não uma constituição. O Tratado detalha e reforça os valores e os objectivos em que assenta a União Europeia (UE). Se há uma questão recorrente nos debates sobre a UE, é a da sua natureza. A novidade radical desta estrutura não cessou de suscitar questões e tentativas de definição. Mas é impossível dar uma resposta definitiva, já que a construção da UE não está completa. O carácter evolutivo da UE leva os analistas a concentrarem-se mais na natureza das dinâmicas que a impulsionam. As hipóteses oscilam entre duas alternativas: a intergovernamental, em que a UE será um meio para que os Estados-membros fortaleçam a sua cooperação, mantendo a sua plena soberania; e a supranacional, em que a UE estará vocacionada em suplantar os Estados-nações, tornando-se uma verdadeira federação.
TypeBook part
DescriptionTratou-se de um Seminário realizado na "Peoples’s Friendship University of Russia", em Moscovo, assinalando o 50ª aniversário dessa Universidade, de 17 a 19 de Outubro de 2010, versando a temática "Vectors of the Post-Crisis World: New Models of Public Policy", e que integrou académicos dessa Universidade Russa e de várias Universidades Portuguesas (Minho, Nova de Lisboa, Açores).
URIhttp://hdl.handle.net/1822/47767
ISBN978-5-209-03903-7
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CEPS - Publicações dos investigadores do CEPS

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