Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/47277

TitleTecnofobia vs. tecnofilia – sobre Heidegger e Sloterdijk
Other titlesTechnophobia vs. Technophilia – on Heidegger and Sloterdijk
Author(s)Sylla, Bernhard
KeywordsTécnica
Antropologia
Ontologia
Linguagem
Heidegger
Sloterdijk
Technique
Anthropology
Ontology
Language
Issue date2015
PublisherUniversidade do Estado do Rio de Janeiro. Programa de Pós-Graduação em Filosofia
JournalEkstasis: Revista de Hermenêutica e Fenomenologia
CitationSylla, Bernhard (2015), “Tecnofobia vs. tecnofilia – sobre Heidegger e Sloterdijk”, in Ekstasis, v. 4, nº 1, 13-25
Abstract(s)A filosofia heideggeriana pode ser rotulada, com alguma razão, de ‘tecnófoba’, a de Sloterdijk como ‘tecnófila’. Sabendo que Sloterdijk procura, em boa parte da sua obra, uma confrontação direta com Heidegger, pretendo mostrar na breve análise que se segue que a suposta oposição não é tão clara e linear como parece à primeira vista. Partindo de várias premissas heideggerianas relacionadas sobretudo com os termos mundo e morar, e partilhando com Heidegger a ideia geral de uma História do Ser, de uma História da Metafísica e do caráter de enérgeia que atua na essência dos fenómenos ‘verdadeiros’, as reflexões sloterdijkianas sobre a técnica diferem das de Heidegger essencialmente pelos aspetos (a) da inclusão da antropologia na fenomenologia e ontologia do ser humano, (b) pela elaboração extensa e rigorosa de uma fenomenologia do espaço, em detrimento do tempo (algo que, no entanto, se bem que de um modo menos extensamente trabalhado, acontece em Heidegger), e, muito em particular, (c) pela diferente interpretação da técnica no seu todo, assim como da sua essência
Heidegger's philosophy can be labelled, with some justification, as 'techno - phobe', Sloterdijk’s as 'technophile'. Knowing that Sloterdijk seeks, in much of his work, a direct confrontation with Heidegger, I pretend to show in the brief analysis that follows that the alleged opposition is not as clear and straight as it might seem at first glance. Starting from various Heideggerian assumptions related primarily to the terms world and inhabit , and sharing with Heidegger the general idea of a History of Being, a History of Meta - physics and the enérgeia character who acts at the heart of 'real' phenomena, Sloterdijk’s reflections on the technical differ from Heidegger mainly by (a) the inclusion of anthropology in phenomenology and ontology of the human being, (b) the extensive and rigorous development of a phenomenology of space, to the detriment of time (something which, however, albeit in a less widely manner, also happens in Heidegger), and, in particular, (c) the different interpretation of the technique as a whole, as well as its essence
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/47277
e-ISSN2316-4786
Publisher versionhttp://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/Ekstasis/article/view/16310
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CEPS - Publicações dos investigadores do CEPS

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