Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/46687

Title<Passar a + infinitivo> no Português Europeu: construção com valor discursivo ou operador aspetual?
Author(s)Barroso, Henrique
Editor(s)Ferreira, António Manuel
Morais, Carlos
Brasete, Maria Fernanda
Coimbra, Rosa Lídia
Keywords<Passar a + infinitivo>;
perífrase discursiva - “estruturador da informação”
operador aspetual - “passagem a um novo estado”
Português Europeu
<Passar a + infinitive>
discursive periphrasis - “information organizer”
aspectual operator – “passage to a new state”
European Portuguese
Issue dateSep-2017
PublisherUniversidade de Aveiro2
Abstract(s)Recorrendo a um corpus constituído por material linguístico autêntico, recolhido quase exclusivamente na imprensa escrita (anos 90 do séc. XX e zero do XXI) e em textos literários (séc. XX e XXI), é meu objetivo, nesta comunicação, tentar perceber se <passar a + infinitivo> é uma ‘construção com valor discursivo’, como defendem uns (por exemplo, García Fernández: 2006), ou, antes, um ‘operador aspetual’, como sustentam outros (também por exemplo, Cunha: 2007), e descortinar, caso se integre na primeira classificação, o valor discursivo que está em causa e, caso faça parte da segunda, o tipo de operação aspetual que intervém. Para tal, é absolutamente necessário convocar argumentos quer de natureza estrutural (recorrendo a testes quase exclusivamente de natureza sintática, verificar-se-á que passar a se pode considerar um verbo semiauxiliar e a sequência “passar a + infinitivo”, uma construção perifrástica) quer sintático-semântica (tipos e formas proposicionais, tipos de sujeito, configurações sintáticas, classes aspetuais de predicações).
Using a corpus of authentic language material collected almost exclusively in the press and literary texts (end of the 20th century and early 21st century), it is my purpose in this communication to try to understand, if <passar a + infinitive> is a ‘construction with discursive value’, as claimed by some (García Fernández: 2006, for example), or rather an ‘aspectual operator’, as maintained by others (Cunha 2007, for example), and to uncover, in case it integrates into the first classification, the discursive value in question, and, if part of the second, the type of aspectual operation acts. For this, it is absolutely necessary to put forth several arguments, both structurally (using tests of almost exclusively syntactic nature, it will be found that passar a can be considered a semi-auxiliary verb and the sequence “passar a + infinitive” a periphrastic construction) and syntactic-semantic (propositional types and forms, types of subject, syntactical configurations, aspectual classes of predications) nature.
TypeBook part
URIhttp://hdl.handle.net/1822/46687
ISBN978-972-789-514-4
AccessOpen access
Appears in Collections:CEHUM - Livros e Capítulos de Livros

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