Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/46519

TitleAs desigualdades de rendimento nos países da OCDE: análise pré-crise e pós-crise
Other titlesIncome inequalities in OECD countries: analyses before and after crisis
Author(s)Gonçalves, Débora Marlene Azevedo
Advisor(s)Thompson, Maria
Martins, Maria Lurdes Castro
KeywordsDesigualdades de rendimento
Estados-Membros da OCDE
Crise financeira de 2008
Índice de Gini
Dados em painel
Income inequalities
OECD countries
Financial crisis
Gini Index
Panel data
Issue date19-Jul-2017
Abstract(s)A evolução ascendente das desigualdades de rendimento constitui uma problemática cada vez mais relevante nos tempos que correm, tendo a crise financeira de 2008 acentuado as desigualdades de rendimento na maioria dos países-membros da OCDE. O principal objetivo deste trabalho consiste em identificar os determinantes das desigualdades de rendimento, bem como analisar o impacto da crise financeira sobre estas desigualdades, testando o impacto de fatores macroeconómicos, fatores de globalização, assim como fatores de empregabilidade, corrupção, educação. O trabalho empírico incide sobre 35 países-membros da OCDE, sendo o estudo feito com base em dados em painel para o período 1995 e 2014, utilizando o artigo de Asteriou et al. (2014) como modelo de base. Os resultados sugerem que os fatores que influenciam positivamente as desigualdades de rendimento são: o crescimento económico; a globalização de comércio medida pela exportação de alta tecnologia; o progresso tecnológico; a empregabilidade na agricultura; e a corrupção. Por outro lado, os fatores que influenciam negativamente as desigualdades de rendimento são: a globalização financeira medida através do grau de abertura financeiro; a educação; e a empregabilidade na indústria. A análise do modelo em dois períodos diferentes permite verificar adicionalmente que, no período depois da crise financeira (2008-2014), o crescimento económico influencia negativamente as desigualdades de rendimento e a educação influencia positivamente as desigualdades, ao contrário do esperado.
The upward trend in income inequalities is an increasingly important issue in recent times, with the 2008 financial crisis accentuating income inequality in most OECD member countries. The main goal of this paper is to identify the determinants of income inequality, as well as to analyze the impact of the financial crisis on these inequalities, testing the impact of macroeconomic factors, factors of globalization, as well as factors of employability, corruption and education. The empirical work focuses on 35 OECD member countries, the study being based on panel data for the period between 1995 and 2014, with Asteriou et al.’s (2014) as our reference model. The results suggest that the factors that positively influence income inequality are: economic growth; trade globalization as measured by high-tech exports; technological progress; employability in agriculture; and corruption. On the other hand, the factors that negatively influence income inequality are: financial globalization measured through the degree of financial openness; education; and employability in industry. The analysis of the model in two different periods allows to verify additionally that, in the period after the financial crisis (2008-2014), economic growth negatively influences income inequality and education positively influences income inequalities, contrary to our expectations.
TypeMaster thesis
DescriptionDissertação de Mestrado em Economia Monetária, Bancária e Financeira
URIhttp://hdl.handle.net/1822/46519
AccessOpen access
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado
EEG - Dissertações de Mestrado

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