Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/46518

TitleModos de deslocamento nas rotinas das crianças. Contributo para um comportamento ativo no trajeto casa escola
Author(s)Costa, Lourival
Pereira, Beatriz Oliveira
Souza, Sérgio
Matos, Ana Paula
Cunha, Joaquim
Editor(s)Pereira, Paulo
Cardoso, António
Vale, Susana
Pereira, Beatriz Oliveira
KeywordsComportamento Ativo
Trajeto Casa Escola
Trajeto
Escola
Issue date2017
PublisherInstituto Politécnico do Porto. Escola Superior de Educação (ESE-IPP)
Abstract(s)Hoje em dia as crianças apresentam menor autonomia no deslocamento casa- escola em relação aos seus progenitores tendo em conta a mesma faixa etária. Os pais, devido aos longos períodos de trabalho, preocupações com a segurança (trânsito/cidade), entre outros fatores, optam pelos modos de transportes passivos no percurso casa-escola, causando implicações na redução da atividade física das suas crianças. Estas, representam o grupo que mais reage a estímulos externos, assim, a escola assume um importante papel em relação à promoção de hábitos e comportamentos ativos no quotidiano das mesmas. Este estudo objetivou identificar os modos de deslocamento no percurso casa-escola de acordo com o ano de escolaridade, igualmente, verificar os aspetos que podem influenciar na escolha dos mesmos. Participaram 148 alunos do 5º e 6º ano, com idades entre 10-16 anos e média de 10,89 anos de uma escola pública urbana do concelho de Vila Nova de Famalicão. Como instrumento de recolha de dados foi utilizado o questionário desenvolvido por Pereira et al. (2014). Os resultados apresentaram que a forma de deslocamento mais utilizada foi o automóvel ligeiro (68,1%), deslocamento pedonal (22,2%) e o autocarro (9,7%), não se verificando diferenças significativas em relação ao ano de escolaridade. Verificou-se ainda que dos alunos que se deslocam a pé, 65,3% residem até 5km da escola, distância compreendida como ideal ao deslocamento ativo. Apesar da maioria (77,8,%) dos alunos se deslocarem de forma passiva (automóvel/ autocarro), 64,5% apresentaram percepção positiva na possibilidade de irem a pè ou de bicicleta para a escola, justificados pela proximidade da residência e prazer proporcionado no desfrute do percurso. Espera-se concluir que já começa haver uma desmistificação em relação aos modos ativos de deslocamento, possibilitando que os alunos passem a conhecer melhor sua cidade e o meio envolvente, usufruindo da inter-relação com o próximo e promovendo hábitos saudáveis.
TypeBook part
URIhttp://hdl.handle.net/1822/46518
ISBN978-972-8969-18-9
AccessOpen access
Appears in Collections:CIEC - Livros e Capítulos de Livros

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