Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/46475

Title‘And do accept my madness’: os poetas e a Psicologia na Inglaterra de oitocentos
Author(s)Guimarães, Paula Alexandra
KeywordsPoesia
Psicologia
Tennyson
Browning
Arnold
Swinburne
Poetry
Psychology
Issue date2014
PublisherUniversidade do Minho. Centro de Estudos Humanísticos (CEHUM)
CitationGuimarães, Paula Alexandra. “‘And do accept my madness’: A Influência da Poesia Inglesa nas Ciências da Mente durante o Século XIX”, XV Colóquio de Outono, As Humanidades e as Ciências. Disjunções e Confluências (Painel sobre Medicina e Psicologia), Universidade do Minho, 21-23 Novembro 2013.
Abstract(s)As relações entre a literatura e as ciências da mente têm constituído uma das áreas mais prósperas dos estudos interdisciplinares nos últimos anos e uma reconsideração da sua história partilhada durante o século XIX inglês revela conexões surpreendentes entre ambas. Esta comunicação examina a forma como certos poetas vitorianos escreveram sobre a mente humana e os seus processos, detetando uma tensão latente entre as teorias psicológicas e metafísicas acerca da subjetividade. As raízes da escola vitoriana de poesia psicológica podem ser encontradas sobretudo na vida e na obra dos jovens poetas A. Tennyson e R. Browning e nos seus monólogos dramáticos. O interesse do primeiro destes pela análise detalhada dos estados de loucura e histeria (masculina e feminina), confirmando a popularidade da sua escrita entre os psicólogos, foi ensombrado pelo seu medo pessoal de perda da sanidade mental. O fascínio aberrante do segundo destes pelo escrutínio da mente criminosa, maquiavélica e ou manipuladora levou-o, por sua vez, à pesquisa de casos sensacionalistas nos arquivos históricos europeus. O ‘argumento psicológico’ seria, depois, alargado à segunda geração de poetas e monologistas vitorianos, nomeadamente a M. Arnold e à sua malaise ou ‘estranha doença da vida moderna’, e também às ‘dramatizações do perverso’ de A.C. Swinburne, tendo este argumento sido profundamente alterado e até questionado no final do século.
The relationship between literature and the sciences of the mind has been one of the most prosperous areas of interdisciplinary studies in the recent years and a reconsideration of their shared history during nineteenth-century England reveals surprising connections between them. This paper examines how certain Victorian poets wrote about the human mind and its processes, detecting a latent tension between the metaphysical and psychological theories about subjectivity. The roots of the psychological school of Victorian poetry can be found mainly in the life and work of the young poets A. Tennyson and R. Browning, and their dramatic monologues. The interest of the first of these for the detailed analysis of states of madness and hysteria, confirming the popularity of his writings among psychologists, was overshadowed by his personal fear of loss of sanity. The aberrant fascination of the second of these for the scrutiny of the criminal, Machiavellian or manipulative mind, led him, in turn, to research sensational cases in the historical archives of Europe. The 'psychological argument’ would then be extended to the second generation of Victorian poets and monologists, including M. Arnold and his malaise or 'strange disease of modern life' and the 'dramatizations of the perverse ' of A.C. Swinburne, an argument which would be profoundly altered and even questioned at the end of the century.
TypeConference paper
URIhttp://hdl.handle.net/1822/46475
ISBN978-989-755-075-1
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CEHUM - Artigos em livros de atas

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PUBL CIENCIAS E HUMANIDADES COLOQUIO.pdf377,96 kBAdobe PDFView/Open

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