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TítuloArquitectura: forma e uso
Autor(es)Orey, Maria Falcão Gonçalves Bessa de
Orientador(es)Capela, José Manuel do Couto Ramos
Moura, Vítor
Palavras-chaveForma
Função
Autonomia
Uso
Hábito
Distracção
Apropriação
Form
Function
Autonomy
Use
Habit
Distraction
Appropriation
Data11-Jul-2017
Resumo(s)Este trabalho pretende reunir um conjunto de ideias que se criaram sobre aquilo que poderá definir e revelar uma possível interioridade da arquitectura. O raciocínio aqui adoptado consiste na comparação e ligação de duas abordagens totalmente distintas – uma dando total protagonismo à Forma, e outra que considera essencial o Uso. Ambas permitem construir um raciocínio sobre o modo como discurso criado sobre a arquitectura, sobrepondo-se quer à Forma, quer ao Uso, contribui para a construção daquilo que considero ser um sujeito habituado. O objectivo será, deste modo, compreender os limites impostos por estes discursos que se traduzem em convenções, hábitos e ideologias. Tudo isto para que se torne possível encontrar um tipo de abordagem capaz de estabelecer uma relação directa entre o Homem e o objecto de arquitectura. Uma relação que não encontre barreiras deterministas que o tornem, portanto, num indivíduo distraído. Ambos os temas aqui considerados se debruçam sobre estratégias que procuram desviar o olhar habituado e distraído do sujeito. Apesar de possuírem fundamentos quase opostos – a forma que rejeito o uso, e o uso que rejeita a forma – aquilo que os une é o foco da sua teoria. A arquitectura, como parte da vida do quotidiano, é algo que possui ao mesmo tempo uma tendência para ser determinada, como um potencial para ultrapassar barreiras deterministas. A forma como o Homem vê a arquitectura é, portanto, uma escolha cuja decisão cabe ao arquitecto.
This thesis intends to gather a set of created ideas about that which can define and reveal a possible architectural interiority. The reasoning adopted herein consists in the comparison and connection of two completely distinct approaches - one giving total protagonism to Form, and another one that considers Use essential. Both allow us to construct a reasoning about the way how architectural discourse contributes - by overlapping both Form and Use - to the construction of what I consider to be a Habituated Subject. The goal will be therefore, to understand the limits imposed by these discourses, that are translated in conventions, habits and ideologies. All of this so that it becomes possible to find an approach capable of establishing a direct relationship between Man and the object of Architecture. A relationship that does not find deterministic barriers that make him into a distracted individual. Both themes considered here deal with strategies that seek to redirect the habituated and distracted gaze of the individual. Despite having nearly opposing fundamentals - the form that rejects the use, and the use that rejects the form - that which unites them is the focus of their theory. Architecture, as a part of everyday life, is something that possesses at once a tendency to be determined, as well as a potential to overcome deterministic barriers. The way how Man sees Architecture, is a choice whose decision belongs to the Architect.
TipomasterThesis
DescriçãoDissertação de mestrado integrado em Arquitectura (área de especialização em Cultura Arquitectónica)
URIhttp://hdl.handle.net/1822/46373
AcessoopenAccess
Aparece nas coleções:BUM - Dissertações de Mestrado Integrado

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