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TítuloDurabilidade do betão auto-compactável de elevado desempenho face ao ataque químico
Autor(es)Mattos, Phelipe Marconi Freitas
Aguiar, J. L. Barroso de
Barbosa, Normando Perazzo
Costa, Diego Hebert Seixas
Palavras-chaveAuto-compactável
Betão
Cloretos
Dióxido de carbono
Elevado desempenho
Etringita
DataNov-2016
CitaçãoMattos P., Aguiar J. B., Barbosa N. P., Costa D. Durabilidade do betão auto-compactável de elevado desempenho face ao ataque químico, II Congresso Luso-Brasileiro de Materiais de Construção Sustentáveis, pp. 1-12, 978-85-69468-0, 2016
Resumo(s)A aplicação do betão na construção civil continua sendo intensa e, tendo em vista a existência de impacto sustentável negativo deste material, o desenvolvimento e o conhecimento de novos tipos que minimizem tais ações é imperativo face às novas preocupações mundiais no contexto da sustentabilidade. Surge então o betão autocompactável de elevado desempenho como uma possibilidade viável em termos de comportamentos técnico, ambiental, social e econômico. No entanto, algumas preocupações de cunho patológico surgem e o conhecimento acerca da durabilidade do material se faz necessário. Este trabalho, portanto, visa ao entendimento do comportamento dessa nova tipologia de material cimentício mediante a ação de três agentes químicos específicos: os cloretos, os sulfatos e o dióxido de carbono, com o intuito de avaliar as alterações de desempenho a partir de mudanças na dosagem de cimento e de variações de temperatura nos primeiros dias de cura do betão para o ataque de sulfatos. Do ponto de vista deste, avaliase com maior ênfase a formação da etringita secundária (DEF), composto expansivo que pode comprometer consideravelmente as condições de serviço do elemento de construção. Os estudos experimentais decorrem da investigação de três composições distintas, uma de referência convencional com dosagem de cimento de 400 kg/m³ (BC_400) e duas caracterizadas como auto compactáveis de elevado desempenho, sendo uma com dosagem do ligante de 500 kg/m³ (BACED_500) e outra de 600 kg/m³ (BACED_600). As condições de cura foram também variadas entre as 24h e 48h de vida do material, submetendo os provetes a temperaturas de 20ºC, 50 ºC e 80ºC. Os resultados apontam que os BACED em estudo confirmam a auto-compactibilidade e o elevado desempenho. Para o ensaio de cloretos, o BACED_600 apresentou menor difusão dos íons, seguido pelo BACED_500 e o BC_400. Em termos do ensaio de sulfatos, na indicação de DEF há considerável transformação da etringita primária em monossulfato, sendo o BC_400 e o BACED_600 os que apresentaram maior suscetibilidade à formação do composto tardio devido à temperatura de cura; no ataque por fonte externa de sulfatos, os BACED indicaram perda de massa similar, abaixo do BC_400. Em termos de carbonatação, o BACED_500 é mais suscetível que o BACED_600.
TipoconferencePaper
URIhttp://hdl.handle.net/1822/45974
ISSN978-85-69468-0
Versão da editorahttps://www.congressolusobrasileiro.com/
Arbitragem científicayes
AcessoopenAccess
Aparece nas coleções:C-TAC - Comunicações a Conferências Internacionais

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