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TitleRetração autogénea em betão de ultra-elevado desempenho
Author(s)Matos, Ana Mafalda
Nunes, Sandra
Costa, Carla
Aguiar, J. L. Barroso de
KeywordsBetão de ultra-elevado desempenho reforçado com fibras
Retração autogénea
Cura interna
Catalisador exausto de cracking catalítico
Issue dateNov-2016
CitationMatos A. M., Nunes S., Costa C., Aguiar J. B. Retração autogénea em betão de ultra-elevado desempenho, Encontro Nacional Betão Estrutural - BE2016, pp. 1-10, 2016
Abstract(s)O reforço de estruturas recorrendo à aplicação de camadas exteriores de betão de ultra elevado desempenho reforçado com fibras (UHPFRC) tem-se revelado uma técnica extremamente promissora. Um desafio importante quando se aplica uma camada de reforço sobre um betão existente é a restrição conferida pelo substrato à deformação livre da nova camada gerando tensões internas de tração. Como o UHPFRC pode apresentar um comportamento com endurecimento à tração a sua utilização nestas aplicações pode ser mais adequada. No entanto, este material exibe, tipicamente, elevada retração autogénea devido à relação água/ligante bastante baixa, utilização de adições extremamente finas e sem adição de agregado grosso. Neste contexto, o presente trabalho visa o estudo e a caracterização da evolução da retração autogénea de betão de ultra elevado desempenho com e sem fibras metálicas (1.5% e 3.0%, do volume total da mistura) e, ainda, com incorporação de um agente promotor de cura interna como uma medida de mitigação da retração autogénea. O ECat é um resíduo gerado pela indústria petrolífera que, para além de exibir elevada pozolanicidade, apresenta uma superfície específica muito elevada promovendo uma absorção de água significativa (cerca de 30% em massa) que deverá libertar durante a cura e, por isso, apresenta um elevado potencial para ser incorporado nas misturas de UHPFRC. Os resultados revelaram que o ECat pode de facto atuar como reservatório interno na cura, nomeadamente nas misturas com dosagens de 20% e 30% de substituição de areia por ECat, nas quais se observou um desempenho melhorado em termos de redução da retração autogénea, sem perturbação excessiva da trabalhabilidade, e ainda com benefícios na resistência à compressão. Como seria expectável, a introdução de fibras na matriz comentícia reduziu significativamente a retração autogénea.
TypeConference paper
URIhttp://hdl.handle.net/1822/45962
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:C-TAC - Comunicações a Conferências Nacionais

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