Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/1822/45404

TítuloMonocarboxylate transporters as angiogenic mediators: role on endothelial-tumor cell crosstalk
Outro(s) título(s)Os transportadores de monocarboxilatos como mediadores na angiogénese: O seu papel nas interações tumor-endotélio
Autor(es)Bezerra, Carla Filipa Pereira
Orientador(es)Baltazar, Fátima
Pinheiro, Céline Marques
Data18-Jun-2013
Resumo(s)During the hyperplasic growth of tumors, there is an impairment in both nutrient and oxygen supply to the neoplastic cells located far away from blood vessels, which would influence tumor progression. Thus, tumors have acquired the ability to assemble their own vasculature, mainly through the pre-existing vessels – tumor angiogenesis. However, tumor blood vessels exhibit structural and functional abnormalities, leading to the development of hypoxic regions, which are responsible for the metabolic reprogramming towards glycolysis, regardless of oxygen availability – “Warburg effect”. The end-product of the pathway, lactic acid, is readily released to the tumor milieu through MCTs, contributing to malignant progression. Thus, the aims of the current work are to investigate 1) the role of MCTs on endothelial cell response to hypoxia and 2) the role of MCTs on the angiogenic stimulation by tumor cells. Hence, our experiments demonstrated that MCT1 and MCT4 isoforms, their molecular chaperones, CD147 and CD44, as well as other key metabolic markers are expressed in human brain endothelial cells, mainly under hypoxia, contributing to the increased glycolytic phenotype. Further inhibition of MCT activity, using CHC, as well as MCT downregulation impaired endothelial cell viability and the development of capillary-like structures, which seems to be independent on lactate transport activity, under hypoxic environments. Upon endothelial cell growth in glioma cells’ conditioned media (CM), metabolic adaptations in HBMEC cells were observed, which may contribute to the maintenance of endothelial cell survival, in spite of a decrease in endothelial cell proliferation and, consequently in the development of capillary-like structures that were observed in vitro. In vivo experiments showed a similar phenotypic alteration in chick chorioallantoic membrane vascularization, after exposure to MCT4- and MCT1/4- silenced glioma cells’ CM from both normoxia and hypoxia, relatively to scramble groups. Thus, besides its role in tumor cells, our data point out the importance of MCT1 and, to a lower extent MCT4, on the maintenance of endothelial cell function, under normoxia. Under hypoxia, the absence of these both isoforms seems to be counterbalanced, which may be due to the overexpression of other transporters at the plasma membrane of endothelial cells. In addition, MCTs seem to be players in tumor microenvironment, acting as essential mediators in tumor-endothelial cell interplay.
Durante o crescimento hiperplásico dos tumores, há um défice no transporte de nutrientes e de oxigénio para as células distantes dos vasos sanguíneos, comprometendo o desenvolvimento do tumor. Assim, as células tumorais desenvolveram a capacidade de construir a sua própria rede vascular, recorrendo à do tecido - angiogénese tumoral. Todavia, a vasculatura tumoral possui anomalias que promovem o desenvolvimento de regiões de hipóxia. Consequentemente, as células neoplásicas são capazes de reprogramar o seu metabolismo, favorecendo a glicólise, independentemente da disponibilidade de oxigénio – “efeito de Warburg”. O ácido lático resultante é libertado para o microambiente tumoral, via MCTs, promovendo a progressão maligna. Assim, pretende-se avaliar 1) o papel dos MCTs na resposta das células endoteliais à hipóxia, bem como 2) o seu papel na estimulação da angiogénese. Foi demonstrado que MCT1 e MCT4, as suas proteínas auxiliares, bem como marcadores importantes na via glicolítica são expressos em células endoteliais cerebrais, nomeadamente em hipóxia, contribuindo para o aumento do fenótipo glicolítico. A inibição da atividade dos MCTs, bem como a inibição da sua expressão, diminuiu a viabilidade celular e o desenvolvimento de estruturas do tipo capilar que, sob hipóxia, parece ser independente do transporte de lactato. O crescimento de células endoteliais em meio condicionado proveniente de células tumorais, cuja expressão dos MCTs foi inibida, induziu adaptações metabólicas em células endoteliais, contribuindo para a manutenção da viabilidade celular, apesar da diminuição da proliferação celular e do número de estruturas do tipo capilar desenvolvidas. Estudos in vivo demonstraram alterações fenotípicas na vascularização na membrana corioalantóide do embrião de galinha após a adição de meios condicionados, produzidos em normoxia e hipóxia após silenciamento individual do MCT4 ou em combinação com o MCT1. Em suma, além do seu papel em células tumorais, os nossos resultados sugerem a importância do MCT1, e em menor extensão do MCT4, na manutenção da função endotelial, em normoxia. Em hipóxia, a inibição do MCT1 e do MCT4 parece ser compensada, pela sobre expressão de outros transportadores na membrana plasmática de células endoteliais, sob condições de hipóxia. Além disso, os MCTs parecem também desempenhar um papel importante no microambiente tumoral, atuando como proteínas essenciais nas interações tumorendotélio.
TipomasterThesis
DescriçãoDissertação de Mestrado em Ciências da Saúde
URIhttp://hdl.handle.net/1822/45404
AcessoembargoedAccess (2 Years)
Aparece nas coleções:BUM - Dissertações de Mestrado

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
Carla Filipa Pereira Bezerra.pdf4,48 MBAdobe PDFVer/Abrir

Partilhe no FacebookPartilhe no TwitterPartilhe no DeliciousPartilhe no LinkedInPartilhe no DiggAdicionar ao Google BookmarksPartilhe no MySpacePartilhe no Orkut
Exporte no formato BibTex mendeley Exporte no formato Endnote Adicione ao seu Currículo DeGóis