Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/43898

TitleResposta à tração uniaxial de sistemas FRP híbridos
Author(s)Ribeiro, Filipe
Sena-Cruz, José
Nunes, Sandra
Branco, Fernando G.
Júlio, Eduardo
KeywordsFRP híbrido
Ensaios de tração uniaxial
Confinamento de pilares
Issue dateNov-2016
Abstract(s)Hoje em dia, encontra-se amplamente reconhecido que o desempenho à compressão do betão, no que se refere tanto à sua resistência como à sua ductilidade, pode ser significativamente melhorado através do seu confinamento com sistemas compósitos de FRP. Esta solução tem particular interesse no reforço de pilares, sendo bastante eficaz no caso de pilares de secção circular, uma vez que a tensão de confinamento mobilizada é uniforme em toda a secção. No entanto, diversos autores têm reportado que a extensão de rotura dos sistemas de FRP utilizados no confinamento é bastante inferior à extensão última obtida nos correspondentes ensaios de tração de provetes planos. A redução de eficácia referida chega, por vezes, aos 50%, nos casos em que se recorre a fibras de maior módulo de elasticidade. No presente trabalho, recorreu-se a diferentes tipos de fibras, com valores distintos em termos de módulo de elasticidade, resistência, extensão última e custo, dando origem a um sistema híbrido (constituído por diferentes materiais de reforço na mesma matriz). A hibridização está associada à obtenção de um sistema FRP otimizado, em termos de resistência, extensão na rotura, módulo de elasticidade e custo, comparativamente a sistemas FRP tradicionais. Acredita-se que a hibridização pode ser muito vantajosa no caso particular do confinamento de betão, uma vez que permite uma utilização mais eficaz das fibras, em particular as de maior módulo, levando a que estas rompam mais tarde. As diversas combinações foram ensaiadas à tração, de acordo com a norma EN ISO 527-5. Os resultados obtidos permitiram constatar um efeito positivo nas combinações híbridas, traduzido num aumento entre 8 e 25%, em termos de extensão de rotura das fibras mais rígidas, num aumento entre 5 e 15 %, em termos de extensão última e numa redução do custo entre 28 e 62%, comparativamente aos sistemas FRP não híbridos de referência. Em contrapartida, registaram-se nas combinações híbridas perdas de resistência à tração entre 19 e 55% e de módulo de elasticidade entre 30 e 56%. Constatou-se que a redução de módulo de elasticidade é proporcional à diminuição de custo do produto final.
TypeConference paper
URIhttp://hdl.handle.net/1822/43898
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:ISISE - Comunicações a Conferências Nacionais

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