Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/43201

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dc.contributor.authorAtaíde, Filipapor
dc.contributor.authorEires, R.por
dc.contributor.authorCamões, Airespor
dc.contributor.authorJesus, Carlos Manuel Gonçalvespor
dc.date.accessioned2016-11-30T14:03:18Z-
dc.date.available2016-11-30T14:03:18Z-
dc.date.issued2016-11-
dc.identifier.citationAtaíde F., Eires R., Camões A., Jesus C. M. G. Argamassas de Revestimento para Paredes de Tabique, II CLB-MCS 2016, II Congresso Luso Brasileiro de Materiais de Construção Sustentáveis, 2016-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1822/43201-
dc.description.abstractA nova realidade da construção cada vez mais se centra na crescente necessidade de reabilitar devido ao excesso de construção e ao abandono dos centros urbanos, onde era prática corrente até início do século XX o recurso ao tabique como técnica construtiva, nomeadamente em paredes divisórias. Uma técnica que nos últimos anos caiu em desuso devido ao fato da utilização em larga escala de materiais como o betão ou alvenaria de tijolo. O tabique, também conhecido por “taipa de fasquio”, “taipa de rodízio”, “taipa de sopapo”, “taipa de chapada”, “pau a pique”, ou “barro armado” no Brasil, define-se como uma técnica tradicional construtiva que emprega como material, a terra, a madeira ou a cana. Esta técnica é considerada por alguns como o primeiro material compósito, por usar a madeira como uma estrutura resistente e a terra como material de enchimento (ou seja secundário).Para aumentar a resistência, em algumas bibliografias é referido que adicionalmente usavam no material de enchimento materiais como óleos vegetais, óleos de baleia ou até mesmo espigas de milho. O presente estudo é motivado pela falta de informação sobre o comportamento das paredes de tabique com argamassas à base de terra. Com a falta desta informação, na maioria ou praticamente em todas as intervenções de reabilitação resulta na demolição e substituição destas paredes por materiais mais correntes nos dias de hoje. Deste modo, julga-se necessário desmitificar o uso do tabique tradicional e contribuir para que a sua reabilitação passe a ser prática corrente. O principal objetivo deste trabalho consiste, por isso, em estudar as argamassas de revestimento/preenchimento à base de saibro e cal para paredes em tabique, caracterizando-as de modo a promover a sua reabilitação com qualidade. Neste contexto, realizaram-se ensaios de resistência mecânica e ensaios de absorção de água por capilaridade e por imersão. De um modo geral, os resultados mostram um bom desempenho das composições de solo estabilizado com cal viva. Com a adição de uma pequena percentagem de óleo vegetal usado consegue-se obter uma redução da absorção de água, sobretudo a absorção por capilaridade em todas as composições testadas. Como o tabique é uma técnica que usa materiais facilmente amigos do ambiente, com reduzido consumo de CO2, poderá considerar-se um bom exemplo de construção sustentável. Ou seja um estudo mais aprofundado pode incentivar não só ser utilizado na reabilitação, mas também em novas construções.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectArgamassas de cal e terrapor
dc.subjectConstrução em terrapor
dc.subjectTabiquepor
dc.titleArgamassas de revestimento para paredes de tabiquepor
dc.typeconferencePaper-
dc.peerreviewedyespor
dc.commentshttp://ctac.uminho.pt/node/2484por
sdum.publicationstatusinfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpor
oaire.citationConferenceDate2016por
sdum.event.typecongresspor
oaire.citationTitleII CLB-MCS 2016, II Congresso Luso Brasileiro de Materiais de Construção Sustentáveispor
dc.date.updated2016-11-22T18:12:04Z-
sdum.conferencePublicationII CLB-MCS 2016, II Congresso Luso Brasileiro de Materiais de Construção Sustentáveispor
Appears in Collections:C-TAC - Comunicações a Conferências Nacionais

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