Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/39009

TitleO ecrã da (hiper) televisão: novos olhares a partir das emissões dedicadas ao Euro 2012 na TV portuguesa
Other titlesThe (hyper) television screen: new insights and perspectives from the Euro 2012 portuguese TV broadcasts
Author(s)Lopes, Felisbela
Loureiro, Luís Miguel Nunes da Silva
Neto, Ivo Emanuel Campos Machado
KeywordsTelevisão
Ecrã
Teorias do dispositivo
Convergência
Estudos televisivos
Television
Screen
Apparatus theories
Convergence
Television studies
Issue date2013
PublisherObservatório da Comunicação (OberCom)
JournalObservatorio (OBS*) Journal
CitationLopes, F., Loureiro, L. M., & Neto, I. (2013). O ecrã da (hiper) televisão: novos olhares a partir das emissões dedicadas ao Euro 2012 na TV portuguesa. Observatorio (OBS*), 7(3), 35-57
Abstract(s)Dando continuidade a uma série de estudos já realizados no âmbito do projecto de investigação em que se insere, o presente trabalho questiona a evolução do ecrã televisivo como dispositivo supostamente convergente. Contrariando uma tendência discursiva dominante, quer na esfera dos media quer na própria produção académica sobre o medium televisivo, clarificam-se aqui alguns dos desenvolvimentos teóricos mais significativos, resultantes dos anos de trabalho que este projecto de investigação já tem. Propõe-se, pois, uma distinção conceptual entre o ecrã prometido pela cultura da convergência, que designamos como ecrã convergente, e o ecrã verdadeiramente resiliente da instituição-televisão, o ecrã centrípeto, que ainda obedece aos princípios de sequência e fluxo enunciados por Raymond Williams nos anos 1970.
In line with the previous research that we developed inside the project we’re taking part for some years now, the work we’re presenting questions the evolution of the televisive screen as a supposedly convergent apparatus. It means a questioning that argues against the ongoing dominant discourse on television (both in the media as in the academic sphere). We then intend to bring to light some of the main conceptual theoretical distinctions that where emerging from our previous articles and reflections. What we propose is a distinction between the screen as promised by the convergence culture, one we designate the convergent screen, and the screen we actually see enduring in our TV sets, a resilient screen representing the TV-institution: a centripetous screen that still follows the same principles of sequence and flow as generically theorized by Raymond Williams in the 1970s.
TypeArticle
URIhttp://hdl.handle.net/1822/39009
ISSN1646-5954
Publisher versionhttp://obs.obercom.pt/index.php/obs/article/viewFile/660/616
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CECS - Artigos em revistas nacionais / Articles in national journals

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