Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/38678

TitleMothers' beliefs concerning severity and need for intervention in child maltreatment
Other titlesCrenças maternas relativas à severidade e necessidade de intervenção no maltrato infantil
Author(s)Fernandes, Cátia Almeida
Advisor(s)Soares, Isabel
Mesman, Judi
KeywordsBeliefs
Severity
Need for intervention
Child maltreatment
MQS
Crenças
Severidade
Necessidade de intervenção
Maltrato infantil
Issue date2015
Abstract(s)The current dissertation aimed to understand how Portuguese mothers judged the severity and the need for intervention in different forms of child maltreatment. The impact of the educational level on maternal beliefs and the relation of the latter with childhood maltreatment history, religious beliefs, perceived stress and competences that mothers thought the children should develop in early childhood were also studied. The sample was composed by 57 mothers with children aged 0-72 months. MQS and self-report measures were used. The latter were previously validated for the Portuguese population. Physical abuse was highlighted as the most serious maltreatment form and with greater need for intervention. Emotional neglect was perceived as more severe by less educated mothers than by mothers with higher education. Negative associations were found between mothers’ beliefs concerning the severity of emotional neglect and mothers’ expectations regarding the development of autonomy and relational competences by children. Further investigations should design interventions that improve the recognition, by the communities, of the damage imposed by emotional maltreatment in the child’s trajectory.
A presente dissertação procurou compreender os julgamentos de mães Portuguesas acerca da severidade e necessidade de intervenção nas diferentes formas de maltrato infantil. A influência do nível educacional nas crenças maternas e a relação destas últimas com a história de maltrato na infância, crenças religiosas, stress percebido e competências que consideravam que as crianças deveriam desenvolver nos primeiros anos de vida, foram também avaliadas. A amostra integrou 57 mães de crianças com idades entre os 0-72 meses, possuindo níveis de escolaridade variados. Utilizou-se o Maltreatment Q-sort e medidas de autorrelato, sendo que as últimas foram previamente validadas para a população Portuguesa através de análises fatoriais. O abuso físico foi destacado como a forma de maltrato mais severa e de maior necessidade de intervenção. A negligência emocional foi tida como mais grave por mães menos escolarizadas do que por mães com o ensino superior. Foram encontradas associações negativas entre as crenças maternas relativas à severidade da negligência emocional e as expetativas das mães acerca do desenvolvimento de competências de autonomia e socialização por parte das crianças. Futuras investigações deverão delinear intervenções, junto das comunidades, que aumentem o reconhecimento do prejuízo do maltrato emocional na trajetória das crianças.
TypeMaster thesis
DescriptionDissertação de mestrado integrado em Psicologia Clínica e da Saúde
URIhttp://hdl.handle.net/1822/38678
AccessRestricted access (UMinho)
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado Integrado

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