Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/38675

TitleResponsividade sensível da cuidadora e processamento de expressões faciais emocionais em crianças institucionalizadas: um estudo com potenciais evocados
Other titlesCaregivers’ sensitive responsiveness and facial emotional expression processing in institutionalized children: a study with event-related potentials
Author(s)Paulo, Roberto Ivan Gomes
Advisor(s)Soares, Isabel
Crego, Alberto
KeywordsInstitucionalização
Expressões faciais emocionais
Potenciais evocados
Responsividade sensível
Institutionalization
Facial emotional expression
Event-related potentials
Sensitive responsiveness
Issue date2015
Abstract(s)As expressões faciais emocionais podem ser consideradas o estímulo mais importante ao qual recorremos para interagir socialmente (Lazarus, 1999), sendo que o desenvolvimento da capacidade de processar e reconhecer expressões faciais emocionais é altamente influenciada pelas experiências sócio-emocionais precoces e pela qualidade dos cuidados prestados às crianças (Ekman, 1999; Pollak & Tolley-Schell, 2003). O ambiente institucional tem sido consistentemente associado a consequências desenvolvimentais negativas, nomeadamente nas competências sócio-emocionais e na capacidade de processar e reconhecer expressões faciais emocionais (Parker & Nelson, 2005). Com recurso a ERPs (Event-Related Potentials), foram avaliados os correlatos neurais de crianças em acolhimento institucional em resposta a duas diferentes expressões faciais emocionais das respetivas cuidadoras: raiva e felicidade. As crianças foram divididas em dois grupos, consoante as respetivas cuidadoras apresentassem maior ou menor Responsividade Sensível. Globalmente, os resultados vieram confirmar a noção de que as experiências de crescimento adversas afetam o desenvolvimento da capacidade de processar expressões faciais emocionais. Em comparação com o grupo que recebe cuidados de melhor qualidade, o grupo de crianças com pior qualidade de cuidados recebidos é mais lento a processar expressões faciais, revelando também hipersensibilidade para expressões faciais de raiva.
Facial emotional expressions can be considered the most important stimulus that we use to interact socially (Lazarus, 1999), whereas the development of the ability of process and recognize emotional facial expressions is highly influenced by early socio-emotional experiences and by the quality of care provided to children (Ekman, 1999; Pollak & Tolley-Schell, 2003). The institutional environment has been consistently associated with negative developmental consequences, particularly in socio-emotional competences and the ability to process and recognize emotional facial expressions (Parker & Nelson, 2005). With the use of ERPs (Event Related Potentials), we accessed the neural correlates of children in institutional care in response to two different facial emotional expressions of the respective caregivers: anger and happiness. The children (N = 39) were divided in two different groups, depending if their caregivers presented more or less Sensitive Responsiveness. Overall, the results confirmed the idea that the adverse growth experiences affect the development of the ability to process emotional facial expressions. Compared with the group that received care with higher quality, the group of children with poorer quality of care received is slower to process facial expressions, also revealing hypersensitivity to facial expressions of anger.
TypeMaster thesis
DescriptionDissertação de mestrado em Psicologia Aplicada
URIhttp://hdl.handle.net/1822/38675
AccessRestricted access (UMinho)
Appears in Collections:BUM - Dissertações de Mestrado

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