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TitleA influência das estratégias vernáculas de adaptação ao clima no comportamento térmico dos edifícios: Beira Alta e Alentejo
Author(s)Fernandes, J.
Pimenta, Carlos
Mateus, Ricardo
Bragança, L.
Silva, Sandra Monteiro
KeywordsArquitetura Vernácula
avaliação in-situ
construção passiva
construção sustentável
Issue dateMar-2015
PublisherUniversidade do Minho
CitationFernandes J., Pimenta C., Mateus R., Bragança L., Silva S. M. A Influência das Estratégias Vernáculas de Adaptação ao Clima no Comportamento Térmico dos Edifícios - Beira Alta e Alentejo, Seminário reVer - Contributos da arquitetura vernácula portuguesa para a sustentabilidade do ambiente construído, pp. 19-29, doi:10.13140/RG.2.1.3153.5208, 2015
Abstract(s)A heterogeneidade do território português originou uma profusa manifestação de distintas formas arquitetónicas vernáculas, i.e., construções que se caracterizam por apresentarem uma estreita relação com as condições dos locais onde se encontram inseridas (clima, materiais, economia, cultura, etc.). As estratégias passivas de adaptação ao meio envolvente presentes nestas construções, caracterizadas pela simplicidade, funcionamento passivo e reduzido impacte ambiental, são particularmente relevantes para os desafios que a construção contemporânea enfrenta, permitindo a redução da dependência em energia de fontes não-renováveis. Neste artigo é apresentado o contraste climático entre as regiões a norte e a sul de Portugal, nomeadamente a Beira Alta e o Alentejo, e a relação com as diferentes estratégias climáticas passivas usadas na arquitetura vernácula para assegurar condições de conforto. Na Beira Alta destacam-se as varandas envidraçadas como estratégia para captar ganhos solares, enquanto no Alentejo o enfoque é nas estratégias de arrefecimento passivo (forte inércia térmica, uso de cores claras, pátios, etc). Para compreender a eficácia destas estratégias são avaliadas a condições de conforto térmico em dois casos de estudo. Dos resultados obtidos, é possível afirmar que nos períodos analisados as condições de conforto térmico no edifício foram asseguradas apenas por meios passivos sem recurso a sistemas mecânicos de climatização, com exceção de alguns períodos no inverno.
TypeConference paper
URIhttp://hdl.handle.net/1822/35972
ISBN978-989-20-5615-9
DOI10.13140/RG.2.1.3153.5208
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:C-TAC - Comunicações a Conferências Nacionais

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