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TitlePreparação de extratos de própolis dos Açores e avaliação das suas atividades antimicrobiana e antioxidante
Author(s)Lourenço, Tiago
Ferreira, Ana Margarida
Bento, M. Fátima
Geraldo, M. Dulce
Oliveira, Rui Pedro Soares de
Aguiar, Cristina
Cunha, Ana
KeywordsPropólis
Atividade antimicrobiana
Atividade antioxidante
Issue dateApr-2014
Abstract(s)Própolis é uma substância resinosa natural produzida pelas abelhas a partir de material de origem vegetal recolhido na flora circundante, sendo utilizado posteriormente na construção e reparação das suas colmeias [1]. Este produto apresenta uma composição química muito complexa e também muito diversa, bem como diversas atividades biológicas de interesse [2,3]. No presente trabalho estudaram-se cinco amostras de própolis recolhidas em 2010, na ilha Terceira (Açores, Portugal) com o objetivo de avaliar a sua capacidade antioxidante e as suas propriedades antimicrobianas. Para o efeito prepararam-se extratos etanólicos das amostras em estudo. O potencial antioxidante foi avaliado através de uma técnica eletroquímica, a voltametria. A atividade antimicrobiana foi estimada pelo método de incorporação dos extratos em placas com meio de cultura apropriado, utilizando como indicadores de suscetibilidade um painel de leveduras e bactérias de interesse em diferentes áreas. Em relação à atividade antimicrobiana, os extratos foram mais ativos contra leveduras do que contra bactérias, e genericamente mais ativos contra as bactérias Gram-negativas que contra as Gram-positivas. No entanto, os extratos mais ativos contra leveduras não foram os mais eficazes contra bactérias, sugerindo modos de ação distintos sobre procariotas e eucariotas. Os resultados sugerem ainda uma relação entre algumas características macroscópicas das amostras, como por exemplo a cor, o aroma e a dureza, e a sua atividade antifúngica, o que poderá constituir um importante marcador. Quanto ao potencial antioxidante, verificou-se existirem também diferenças entre os cinco extratos estudados, apresentando o extrato 4 maior atividade antioxidante, enquanto que os extratos 1 e 3 apresentam capacidade antioxidante semelhante. A inexistência de uma correlação entre a capacidade antioxidante e os espetros de atividade antimicrobiana revela que os compostos responsáveis por estas bioatividades sejam distintos. Em conclusão, apesar das amostras serem provenientes de uma região relativamente circunscrita, existem diferenças significativas quanto à composição e bioatividades analisadas.
TypeAbstract
URIhttp://hdl.handle.net/1822/35143
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CDQuim - Comunicações e Proceedings
DBio - Resumos em livros de atas/Abstracts in proceedings

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