Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/3461

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dc.contributor.authorAraújo, Emília Rodrigues-
dc.date.accessioned2005-11-10T13:29:31Z-
dc.date.available2005-11-10T13:29:31Z-
dc.date.issued2005-
dc.identifier.citationARAÚJO, Emília Rodrigues, org. – “O futuro não pode começar : actas da conferência, Braga, 2005”. Braga: Núcleo de Estudos de Sociologia da Universidade do Minho, 2005.eng
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/1822/3461-
dc.description.abstractPorque o passado e o futuro são, há um ponto de acordo no pensamento ocidental sobre esta questão: apesar de distinções relevantes em termos culturais, quase não seríamos capazes de viver sem memória do passado, uma orientação para o presente e o sentido de devir (Chesneaux, 2004:94). Com rasgos etnocêntricos a trespassar o raciocínio, podemos afirmar que questionar o futuro corresponde a interrogarmo-nos não apenas sobre o que fomos e o que somos mas também sobre o que seremos, considerando que grande parte desse futuro está já determinada no tempo presente e no passado, tempos entendidos em Sociologia como horizontes temporais, isto é, como perspectivas em relação às quais orientamos a acção.eng
dc.description.sponsorshipFundação para a Ciência e Tecnologia.eng
dc.language.isoporeng
dc.publisherUniversidade do Minho. Núcleo de Estudos de Sociologia (NES)eng
dc.rightsopenAccesseng
dc.subjectFuturoeng
dc.subjectTempoeng
dc.subjectHorizonteeng
dc.titleO conceito de futuroeng
dc.typeconferencePapereng
dc.peerreviewedyeseng
Appears in Collections:CECS - Comunicações / Communications
DS/CICS - Actas/Proceedings

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