Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/1822/32623

TitleMetodologias visuais de medos falados por crianças portuguesas de meios naturais de vida e de lares de infância e juventude
Other titlesVisual methodologies of fears spoken by Portuguese childrens of natural livelihoods and fore caster homes
Author(s)Gomes, Júlio
Fernandes, Joana Freitas
Costa, Patrícia
Fernandes, Ana Rita
Cruz, Judite Zamith
Anastácio, Zélia
KeywordsMetodologias visuais
Norte de Portugal
Emoções e afetividade
Cultura portuguesa
Análise de conteúdo
Entrevistas semiestruturadas
Crianças
Ex-residentes em Lares de Infância e Juventude
Visual Methodologies
Northern Portugal
Emotions and affectivity
Portuguese culture
Content analysis
Semistructured interviews
Childrens
Ex-residents in foster care homes
Issue dateJun-2014
PublisherLudomedia – Conteúdos Didácticos e Lúdicos
Abstract(s)O Estudo de Caso insere-se no projeto nacional Desenvolvimento de Competências para a Saúde e a Sexualidade Saudável a partir da Identificação de Necessidades em Meio Escolar e Meio Institucional. Em Portugal, um dos motivos frequentes para a institucionalização de criança/jovem prende-se com ser considerada a sua família “desestruturada”. À queixa familiar e escolar associa-se a adversidade e, em cerca de 30% de crianças/jovens separadas, justifica-se o atendimento especializado, não se sabendo se a custódia é causa ou consequência da problemática. Por Investigação-Ação, na fase de diagnóstico, foram entrevistadas cerca de 109 meninas e 87 meninos, de 4 a 12 anos, a viverem em casa e em residências de acolhimento. Individualmente, conversaram, escreveram e desenharam a emoção negativa de medo. Os objetivos e intenções foram as seguintes: (1) Intervenção por técnicas vivenciais/experienciais e plástico-visuais; (2) Escuta ativa na interação dual, sendo debatidas situações de medo em família e com colegas; e (3) Análise de Conteúdo para as ocorrências, sensíveis a classe social e cultura, no Litoral Norte de Portugal. Na relação não familiar com cuidadores e cultura religiosa distintas, as meninas de Lares de Infância e Juventude elucidaram contingências e medos nem sempre triviais, antecipando futuros nem sempre realistas. Quando os textos e as imagens pegaram os medos e modos de coping inadequados (compensação por excesso, confrontos evitados, renúncias familiares…), a colaboração foi por vezes negada de forma subliminar ou explícita, porque elas não dizem o que vem ao caso. No entanto, as suas boas imagens de medos são com animais e figuras incertas e ficam abertas à exploração os medos na família, em residências e de pares.
This Case Study is part of the national project Development of Skills for Health and Healthy Sexuality from the Identify Needs in School and Institutional Environment. In Portugal, one of the common reasons for a child/youth live in an institution concerns be considered his family "dysfunctional" [1] [2] [3]. The family and the school problems are associated with adversity, and about 30% of young people separated justifies a specialized care [4], not knowing if the custody is cause or is consequence the problem [5]. By Action-Research, in that diagnostic phase, were interviewed individually about 109 girls and 87 boys, of 4-12 years old, living at home and in residential facilities. They discuss, wrote and draw a negative emotion - the fear. The objectives and intentions were, as follows: (1) Intervention by existential/experiential, and visual techniques [6] [7]; (2) active listening in dual interaction, being debated fearful situations with family and peers; and (3) Content Analysis for the occurrences, sensitive to social class and culture, on the northern coast of Portugal. In family the relationship and the culture is different from religious caregivers. Girls of Homes for Children and Youth elucidated contingencies and fears not always trivial, anticipating future not always realistic. When the texts and images got fears, and inadequate coping styles (compensation for excess, avoided confrontation, family disclaimers ...), collaboration was sometimes denied, subliminally or explicitly, because they do not say what is the point. However, their fears are good pictures with animals and uncertain figures, and are open to exploitation fears in the family, in homes and peers.
TypeConference paper
DescriptionVol. 2 : Artículos de Salud / Artigos de Saúde
URIhttp://hdl.handle.net/1822/32623
ISBN978-972-8914-48-6
Publisher versionhttp://www.ludomedia.pt/up/CIAIQ2014_Actas_Salud.zip
Peer-Reviewedyes
AccessOpen access
Appears in Collections:CIEC - Textos em atas

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